Economia & Mercado
por Bernardo Rego
Publicado em 30/07/2025, às 18h40 - Atualizado às 18h43
Em reunião realizada nesta quarta-feira (30) o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, no patamar de 15% ano ano.
A taxa atingiu o maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a maio deste ano, a Selic sofreu variações sete vezes. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto, três de 1 ponto percentual, uma de 0,5 ponto e outra em 0,25 ponto.
A Selic é o que permite o Banco Central manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No mês de junho, o IPCA registrou queda de 0,24%, mesmo com a pressão de alguns alimentos e da conta de energia. Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,35% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação.
A taxa básica de juros é usada para negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e é usada como referência para as demais taxas de juros da economia. Com o reajuste para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
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Bernardo Rego
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