Economia & Mercado
por Verônica Macedo
Publicado em 13/02/2025, às 10h07 - Atualizado às 10h35
A gigante do ramo varejista chinês, Shein, passa por problemas que estão dificultando sua antiga estratégia de replicar o modelo de produção de suas peças, feitas em manufatura, no Brasil. O planejamento já data de dois anos, mas a companhia on-line está, atualmente, com o número de fornecedores fabris estagnado e aposta na nacionalização a partir do marketplace, segundo informações divulgadas pela reportagem de o jornal O Globo.
“Com 30 mil lojistas, a venda de produtos de terceiros passou a responder por 60% do faturamento da marca no Brasil desde 2023, quando o modelo foi adotado. A meta é chegar ao fim deste ano com 40 mil a 50 mil vendedores. Para isso, a operação com lojistas será ampliada para cinco estados - Goiás, Distrito Federal, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, diz a matéria.
Ainda de acordo com a reportagem, mesmo com o planejamento estratégico, denominado "Made in Brazil", na prática, estar caminhando vagarosamente, a companhia continua com a meta de ter 85% das vendas locais feitas com produtos nacionais, incluindo itens de lojistas e da produção sob demanda. “Atualmente, 40% do que é comercializado na plataforma vem da China ou de fabricantes locais. A Shein não revela, no entanto, a fatia total de vendas com produtos nacionais. Quando anunciou a meta de ampliar a produção no Brasil, a rede destacou a iniciativa como um passo estratégico para fortalecer a presença no país”, revela O Globo.
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