Economia & Mercado
A presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Isabela Suarez, disse nesta quinta-feira (19) que os impactos do fim da escala 6x1 devem impactar principalmente pequenos e médios empreendimentos que terão maior dificuldade, segundo avalia, de se adaptar à norma se ela for aprovada no Congresso Nacional. A empresária disse que tem conversa marcada com o relator da matéria na Câmara dos Deputados, Paulo Azi (União Brasil/BA), para debater o tema.
"Todas as medidas que são tomadas, que geram impacto no setor, precisam ser discutidas antes de qualquer coisa com quem vai pagar exatamente a conta. Não se trata de ser contra ou a favor, se trata de ouvir a classe empresária", disse Isabela Suarez. "A Associação Comercial, como representação empresarial mais antiga das Américas, não vai, não estará fora, assim como encabeça e articula essa discussão", salientou Isabela.
A presidente da ACB salientou que as medidas, antes de serem aplicadas, precisam ser estudadas. "A gente tem reunido uma equipe técnica, tem conversado com os mais diferentes setores, porque é um assunto que envolve um olhar multidisciplinar. Existem empresas hoje que contratam os seus técnicos a partir do momento em que já operam o sob o regime de 5x2, mas, principalmente o micro e o pequeno empresário, ainda não. Então a gente entende que o impacto se reverberará, principalmente no micro e no pequeno, naqueles que atuam no setor de comércio", pontuou Isabela Suares.
"A gente está estudando as medidas ainda, eu não quero me antecipar, porque a gente não concluiu ainda todas as análises técnicas para que a gente possa vir aqui conversar com vocês e passar números mais contundentes, mais concisos, em um direcionamento técnico mais direto", comentou.
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