Economia & Mercado
por Gabriel Santana
Publicado em 30/08/2025, às 13h17 - Atualizado às 16h01
Muitas marcas brasileiras produtoras de café bem populares, são controladas por empresas estrangeiras e não abastecem apenas o mercado externo, mas também às prateleiras nacionais.
Inscreva-se no canal do BNews no YouTube.
De acordo com o g1, um exemplo disso é o da Café Pilão. A marca foi adquirida, recentemente, pela empresa estadunidense chamada Keurig Dr Pepper. Outras que também pertencem às organizações internacionais são: Melita, 3 Corações, Café Brasileiro, Café do Ponto, Caboclo, Nestlé.
Celírio Inácio, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) explica motivos das multinacionais concentrarem 55,6% do mercado de café:
“Até então, o mercado de café era regional e caseiro, mas com os supermercados chegando a quase todos os estados e cidades, o café acompanhou esse movimento, tornando as marcas regionais mais conhecidas em outros lugares. Elas são atraídas pelo grande faturamento interno, pelas vendas e pela facilidade de matéria-prima à disposição”.
A Abic ressalta que 100% do café vendido no Brasil é produzido nacionalmente. As empresas compram grãos específicos para cada marca, diretamente dos produtores ou de cooperativas. Depois o produto é industrializado nas fábricas e distribuído nos pontos de venda:
“As empresas precisam ter várias fontes de compra para oferecer aquele tipo de café específico que será produzido. É um mercado muito disputado”. Diz Celírio.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato