Economia & Mercado
Publicado em 16/05/2025, às 08h48 Publicado por Vagner Ferreira
O fim da escala 6x1 ganhou força após uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), ser protocolada na Câmara. De acordo com informações do jornal O Globo, o texto sugere que a carga horária seja reduzida, possibilitando o modelo de quatro dias de trabalho. A medida já foi adotada por alguns países.
Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, por exemplo, contam com a escala ‘nine-day fortnight’, ou seja, desta forma, os colaboradores trabalham nove dias em duas semanas. Assim, surge como um meio termo entre o modelo 6x1 e o 4x3.
Os setores mais prejudicados com o fim da escala 6x1, segundo a advogada trabalhista e especialista em Direito Sindical, Maria Lucia Benhame, seriam: trabalhadores do comércio e de serviços, como de hotéis, bares e restaurantes. Para estes, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), há cerca de 10,5 milhões de profissionais, sendo, inclusive, a área que mais emprega.
Já nos setores de indústria, saúde, telemarketing, logística e segurança patrimonial, a jornada varia. “Nos escritórios, o mais corriqueiro é trabalhar só de segunda a sexta-feira. Algumas empresas baixaram voluntariamente a escala para 8 horas diárias, 40 horas por semana, e outras funcionam com 44 horas semanais, mas com uma compensação semanal, seja de 48 horas a mais por dia ou uma hora a mais de segunda a quinta-feira”, explicou a advogada, conforme a reportagem.
Classificação Indicativa: Livre
Lançamento com desconto
Congresso Internacional
cinema em casa
som poderoso
Imperdível