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PF abre inquérito para investigar suspeita de gestão fraudulenta no BRB

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Com base em auditoria, a PF investiga gestão do BRB e possíveis irregularidades nas aquisições de ações por investidores  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Redação BNews

por Redação BNews

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Publicado em 03/02/2026, às 21h48



A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB), com base em informações levantadas por uma auditoria externa solicitada pela nova diretoria da instituição. De acordo com o Jornal Nacional, o banco já é alvo de outra investigação relacionada ao caso do Banco Master.

A auditoria começou em 2 de dezembro de 2025, após a saída do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. As primeiras conclusões foram encaminhadas pelo atual presidente, Nelson Antonio de Souza, ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, além de terem sido enviadas ao Banco Central e à própria Polícia Federal.

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O relatório aponta que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-sócio Maurício Quadrado e o fundador da Reag Investimentos, João Carlos Mansur, compraram ações do BRB como pessoas físicas, tornando-se acionistas sem poder de voto, com participação de até 5% cada. As aquisições teriam ocorrido na gestão anterior e levantaram suspeitas por não terem sido feitas de forma direta, o que motivou a abertura do inquérito.

Segundo a PF, há coincidência entre pessoas e fundos envolvidos nessas compras e aqueles que participaram de operações suspeitas entre o BRB e o Banco Master entre 2024 e 2025. Em nota, o BRB afirmou que encontrou achados relevantes e adotou medidas para resguardar seus interesses e recuperar prejuízos. A defesa de Daniel Vorcaro disse que as aquisições seguiram as regras de mercado. As defesas dos demais citados informaram que aguardam acesso aos autos ou não foram localizadas.

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