Economia & Mercado
por Bruna Rocha
Publicado em 03/10/2025, às 09h20 - Atualizado às 11h36
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) determinou a suspensão das atividades da refinaria privada Refit, no Rio de Janeiro. A decisão, anunciada pelo diretor-geral Artur Watt, apontou inconformidades operacionais e até indícios de importação irregular de combustíveis.
Apesar do anúncio, a ANP recuou e arquivou o processo. Segundo Watt, não foram encontradas evidências de que a unidade realizasse efetivamente o refino de petróleo. A medida chegou a incluir interdição de tanques e apreensão de produtos, que não poderiam ser movimentados sem autorização expressa da agência.
Em nota, a Refit disse ter recebido a suspensão com “surpresa e indignação”. Não é a primeira vez que a empresa é alvo de questionamentos. Em 2017, a ANP já havia levantado suspeitas de que a unidade atuava apenas como formuladora de combustíveis, misturando nafta e aditivos em vez de realizar o refino completo.
A diferença de classificação pesa diretamente no bolso: enquanto a importação de nafta paga até R$ 1,00 por litro em impostos, a de gasolina pode chegar a R$ 1,50.
O histórico de polêmicas também inclui o empresário Ricardo Magro, dono da refinaria, que já teve prisão decretada em 2016 por suspeita de desvios, mas acabou inocentado. A Refit, por sua vez, sempre negou irregularidades e atribui as fiscalizações a pressões políticas.
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