Economia & Mercado
O entorno do Iguatemi Campinas, em São Paulo, vai passar por uma nova transformação. A Iguatemi S.A. investirá R$ 232,4 milhões na construção de uma torre corporativa que deverá levar entre 3,5 mil e 4 mil pessoas por dia à região quando estiver totalmente ocupada.
Batizado de Iguatemi Tower, o empreendimento é desenvolvido em parceria com a Building Empreendimentos e tem conclusão prevista para o fim de 2028. A expectativa da empresa é que parte do público que trabalhará ou visitará a torre também utilize restaurantes, lojas, cinema e outros serviços do shopping.
As obras começaram em julho e estão atualmente na fase de fundações.

O edifício terá 16 pavimentos, sendo 15 destinados a escritórios e um para um business center. As lajes terão até 1.036 metros quadrados e poderão ser divididas para receber até quatro empresas.
Ao todo, serão 16,37 mil metros quadrados de área privativa, além de mais de 550 vagas de estacionamento, bicicletário e 13 salas de reunião para locação. O projeto também buscará a certificação ambiental LEED Gold.
A estratégia já foi testada pela Iguatemi em Campinas com a Sky Galleria, torre corporativa ligada ao Galleria Shopping. O prédio tem pouco mais de 14 mil metros quadrados e recebe atualmente cerca de 3 mil pessoas por dia.
A escolha de Campinas está relacionada ao tamanho do mercado, à presença de empresas de tecnologia, ao nível de renda e à proximidade com o aeroporto internacional.
O Iguatemi Campinas, primeiro shopping da companhia fora da capital paulista, possui aproximadamente 73 mil metros quadrados de área bruta locável e é atualmente o maior empreendimento da empresa nesse quesito.
A região também recebe o Casa Figueira, bairro planejado desenvolvido pela Iguatemi em parceria com a Fundação FEAC. Uma nova rua deverá conectar o bairro ao shopping e à futura torre corporativa.
A infraestrutura do Casa Figueira tem previsão de entrega até o fim de 2026, enquanto a Building já iniciou a construção do residencial Avenida 105 no local.
A Iguatemi ainda possui cerca de 1,1 milhão de metros quadrados em banco de terrenos, com potencial para aproximadamente 1,56 milhão de metros quadrados de área privativa imobiliária. Entre as possibilidades para essas áreas estão novos escritórios, residências e outros empreendimentos.
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