Economia & Mercado
Publicado em 06/05/2025, às 10h13 - Atualizado às 11h05 Publicado por Vagner Ferreira
A ‘Superquarta’ (5) vai movimentar o mercado financeiro desta semana. O fenômeno acontece quando as taxas básicas de juros do Brasil e dos EUA são divulgadas no mesmo dia tanto pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), quanto pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, o BC americano). As reuniões iniciam nesta terça-feira (6).
Dentre as principais decisões, está a definição da nova taxa básica de juros, a Selic, que é base para negociações de títulos públicos por meio do Tesouro Nacional, no Sistema Especial de Liquidação e Custódia, influenciando demais taxas da economia.
O aumento, de acordo com informações do portal Metrópoles, tem como intuito controlar a demanda aquecida, mas reflete na alta dos preços, deixando os produtos mais caros. Em contrapartida, a redução faz com que o crédito fique mais barato, impulsionando a produção e o consumo, mas essa possibilidade não tem sido aguardada no momento.
Na última reunião do Copom, de maio, a Selic teve a maior alta em quase uma década, com acréscimo de 1 ponto percentual na taxa de juros, ficando a 14,25% ao ano. A previsão é de que, amanhã, fique decidido o aumento de 0,5 ponto percentual, com os juros a 14,75% ao ano. Nos EUA, no entanto, o índice não deve aumentar, mesmo com as pressões públicas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Mediante o cenário, o dólar começou operando em alta na manhã desta terça-feira (6), ficando a R$ 5,71, às 9h19, configurando, assim, um aumento de 0,38%. Já a Ibovespa, que é o principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), fechou a segunda-feira (5) em forte queda de 1,22%, indo para 133,4 mil pontos. As negociações do Copom iniciam às 10h.
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