Economia & Mercado
Publicado em 27/12/2024, às 09h46 - Atualizado às 10h03 Publicado por Vagner Ferreira
Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, publicada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam queda na taxa de desemprego do Brasil. No trimestre terminado em novembro, o índice chegou a 6,1%, alcançando, pelo segundo mês consecutivo, a menor taxa de desocupação da série histórica, que começou em 2012.
De acordo com informações do G1, a menor taxa de desempregados no país tinha sido registrada em dezembro de 2013, com 6,3%. Em dados atuais, o recuo de novembro foi de 0,5 ponto percentual (p.p.), quando comparado ao trimestre anterior, encerrado em agosto, que tinha registrado 6,6%. Em relação ao mesmo período de 2023, a taxa era de 7,5%, referente à população em idade de trabalhar, considerando pessoas a partir dos 14 anos.
No geral, 6,8 milhões de brasileiros estão sem emprego no país, configurando uma redução de 7% na comparação com o trimestre anterior e de 17,5% em relação a 2023. O número de ocupados também bateu recorde e totalizou 103,9 milhões, sendo mais 1,4% no trimestre e mais 3,4% no ano. Desta forma, 58,8% estão empregadas no país.
Segundo o IBGE, as pessoas desocupadas - ou seja, que estão sem trabalho -, junto com a soma dos empregados, contabilizou, neste trimestre, 110,7 milhões. As que estão fora da força de trabalho totalizam 66 milhões de brasileiros.
Ao todo, a PNAD calculou 17,8 milhões de cidadãos subutilizados no país, sendo o menor número desde o trimestre encerrado em maio de 2015 (17,7 milhões), recuando nas duas comparações: 3,9% (menos 725 mil) no trimestre e 11% (menos 2,2 milhões) no ano. Já a população desalentada somou 3 milhões, a menor desde o trimestre encerrado em abril de 2016 (2,9 milhões), recuando 10,3% no ano.
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Confira índices:
Taxa de desocupação: 6,1%
População desocupada: 6,8 milhões de pessoas
População ocupada: 103,9 milhões
População fora da força de trabalho: 66 milhões
População desalentada: 3 milhões
Empregados com carteira assinada: 39,1 milhões
Empregados sem carteira assinada: 14,4 milhões
Trabalhadores por conta própria: 25,9 milhões
Trabalhadores domésticos: 6 milhões
Trabalhadores informais: 40,3 milhões
Taxa de informalidade: 38,7%
Classificação Indicativa: Livre
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