Economia & Mercado
por Vagner Ferreira
Publicado em 10/09/2025, às 12h12
Após especulações, o Itaú Unibanco confirmou a demissão de seus funcionários. O Sindicato dos Bancários, por sua vez, estima o desligamento médio de mil funcionários. No entanto, de acordo com informações do portal Folha de S. Paulo, a instituição planejava reduzir o quadro de funcionários em quase 2.000.
Segundo a reportagem, a empresa realizou um levantamento feito durante quatro meses com base em análise da atuação dos funcionários em modelos híbridos ou remotos – como de métricas, períodos de inatividade, acesso a sites e sistemas etc – e chegou à conclusão de que o grupo trabalhava por poucas horas, assim, considerando inconsistência entre o banco de horas e a jornada efetivamente trabalhada.
A empresa enviou um e-mail aos funcionários, segundo a reportagem, informando que "alguns desses casos, os mais críticos, chegaram a patamares de 20% de atividade digital no dia e ainda assim registraram horas extras naquele mesmo dia, sem que houvesse causa que justificasse".
"Atitudes como essas prejudicam a todos, pois desgastam relações de trabalho, comprometem o ambiente de colaboração e minam a liberdade que conquistamos nos modelos mais flexíveis, como o modelo híbrido", continuou.
Os empregados de regime híbrido ou totalmente remoto representam uma média de 60% de 95 mil funcionários do banco. Desses, 1,75% foram demitidos, incluindo os que bateram metas e receberam promoções. Muitos funcionários alegam que passavam horas em reuniões e quando perguntavam aos gestores sobre o motivo do desligamento, eles informavam que não tinham poder sobre a decisão.
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