Economia & Mercado

Vice-presidente da Acelen comenta aumento de preço de combustíveis

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O vice-presidente de comunicação da Acelen, Marcelo Lyra, conversou com a imprensa nesta quarta-feira (25)  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Héber Araújo e Davi Lemos

por Héber Araújo e Davi Lemos

Publicado em 25/03/2026, às 19h22



O vice-presidente de comunicação da Acelen, Marcelo Lyra, em conversa com a imprensa nesta quarta-feira (25) falou sobre o aumento de preços dos combustíveis motivados pelo conflito no Irã e também se posicionou sobre as notícias em torno da possibilidade de venda da Refinaria de Mataripe. Lyra afirmou que a notícia sobre a negociação do ativo não é nova e destacou o aumento da produção da unidade desde que foi adquirida pela Acelen.

"A notícia [sobre a venda da refinaria] não é nova. A gente já viu essa notícia em alguns momentos, ela já foi explorada, já foi colocada para a sociedade em modo geral. Todo ativo é um ativo, qualquer empresa pode ser comprada ou vendida. O que a gente está focado efetivamente na Acelen é garantir que a produção seja confiável, segura, baseada em princípios de segurança e de questões ambientais que garantam o melhor produto possível na ponta", declarou Lyra.

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Ao falar sobre a refinaria, destacou o aumento na produção de barris que passou de mais ou menos 205 mil barris para 280 mil barris hoje em dia. "A refinaria hoje é uma refinaria melhor do que ela era antes, mais segura, ambientalmente, mais correta e produzindo mais, batendo recordes seguidos", comentou. "A empresa pode mudar de mão em algum momento e o trabalho nosso como executivos vai ser continuar garantindo que essa produção seja realizada cada dia com mais eficiência em prol da população, do nosso cliente e do consumidor", complementou.

Sobre a guerra no Irã e o efeito nos combustíveis

"Acho que é difícil a gente ter uma indicação de para onde o evento vai. Se vai aumentar a instabilidade, se vai chegar a um ponto comum, todos nós esperamos que isso cesse o mais rápido possível, seja pelas pessoas que estão vitimadas na guerra, seja pelo impacto que está gerando nas pessoas que não estão vitimadas pela guerra diretamente, que é o caso dos outros países e das outras populações dos outros países. Então nosso desejo é que isso acabe o quanto antes, mas é uma bola de cristal apostar na velocidade, no fim desse desfecho desse evento", declarou o vice-presidente de comunicação da Acelen, Marcelo Lyra.

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