Economia & Mercado
Durante a apresentação que mostrou como será a sétima edição da ExpoTech 2025 foi realizada nesta quarta-feira (16), no Restaurante Barbacoa em Salvador, o presidente da FIEB Carlos Henrique Passos contou sobre como espera que o evento impulsione a indústria em meio ao momento delicado que vive o mercado com a possibilidade do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Eu acho que esse evento da ExpoTech como muitos eventos que a FIEB participa, tem como objetivo melhorar o ambiente de negócios para a indústria da Bahia. Esse ambiente de negócios muitas vezes é prejudicado por uma medida que aumenta a carga fiscal, é prejudicado pela elevação da taxa de juros, é prejudicado, como está sendo prejudicado, pela elevação da tarifa de importação pelo governo dos Estados Unidos”, afirma.
Passos acredita que “eventos como esse fazem com que aumente a resiliência do setor industrial, que eu possa entender que para dar corpo meio cheio a gente pode focar no copo meio cheio, não meio vazio, para que eles busquem nesse modelo associativo, encontrar meios e recursos para enfrentar as adversidades da economia”.
Em uma situação econômica onde há a possibilidade de crise para o comércio exterior, o presidente da FIEB acredita que o conhecimento é a chave para sanar o problema.
“Um projeto é o intercâmbio fornecedor-indústria e o outro é o desenvolvimento de conhecimento. Na INDEX também teremos muitos painéis voltados para a formação de conhecimento. O conhecimento no ambiente da governança, que envolve questões de pessoal, de qualidade, como aspecto também de produção. E no ponto de vista específico da tarifa americana, o nosso setor já se posicionou perante o governo”, conta.
Carlos Henrique também aponta que é preciso “exercitar a diplomacia, exercitar a negociação, precisamos sair do plano político e do plano emocional e buscar na razão a forma de encontrar os caminhos que veem corrigir os interesses do Brasil e dos Estados Unidos, que permitam que o mercado, que tem mais de 100 anos de relacionamento, não seja interrompido”.
“Porque essa tarifa de 50% é como se fosse para impedir a relação das empresas brasileiras com as empresas americanas ou do mercado brasileiro com o mercado americano. E não é aplicando a lei de responsabilidade que nós vamos resolver isso. Nós vamos resolver isso trabalhando, conversando, dialogando, negociando e buscando encontrar os pontos de convergência”, completa.
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