Educação

Professores de Lauro: "Vamos fazer greve de fome"

Imagem Professores de Lauro: "Vamos fazer greve de fome"
Servidores permanecem acampados na Câmara da cidade  |   Bnews - Divulgação

Publicado em 05/04/2012, às 11h31   Caroline Gois



Há uma semana em greve, os servidores da educação de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, permanecem acampados na Câmara municial da cidade. "Ontem tivemos reunião com membros da prefeitura e Moema Gramacho nem apareceu", disse o o Coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas (ASPROLF), Valdir Silva.
Segundo ele, se nesta quinta-feira (5) nenhuma proposta for aprensentada à categoria, uma greve de fome será iniciada. "Vamos parar de comer", afirmou Silva. 
Ontem, os professores rejeitaram a abertura da sessão extraordinária que poderia definir os rumos da paralisação. "Nós rejeitamos porque entedemos que os vereadores iriam acatar à proposta da prefeita Moema Gramacho", afirmou o Coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas (ASPROLF), Valdir Silva.
Segundo ele, os grevistas irão permanecer na Câmara sem previsão para sairem de lá.
No início da noite desta terça-feira (03), profissionais da educação da cidade de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, se reuniram na Praça Municipal da cidade, que fica em frente a Câmara dos Vereadores, para acompanhar as discussões da sessão extraordinária. Na oportunidade, ocorreria a leitura do projeto de lei do Executivo, que 
altera o estatuto e plano de carreira do magistério retirando os direitos dos profissionais da educação escolar. A categoria está em greve desde a última segunda-feira (02).
Ainda de acordo com o representante dos trabalhadores, a categoria é contra a proposta apresentada pela prefeitura, já que hoje eles recebem 54% de gratificação e a prefeita Moema Gramacho (PT) teria diminuído para 30% e posto a diferença no vencimento base. Os trabalhadores acreditam, caso o projeto for aprovado pelo Legislativo, que mais de 2.000 trabalhadores serão prejudicados.

Classificação Indicativa: Livre

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