Eleições

Rui volta a dizer que há tempo suficiente para escolher candidato à prefeitura de Salvador

Bruno Luiz/BNews

O governador vê com tranquilidade a diversidade de pré-candidatos que surgem em sua base de apoio. “Não precisa essa agonia de antecipar definições", avaliou

Publicado em 09/12/2019, às 09h42    Bruno Luiz/BNews    Bruno Luiz/Marcos Maia

O governador Rui Costa (PT) voltou a afirmar que acredita haver tempo suficiente para realizar movimentações políticas visando as eleições do próximo ano. Nesta segunda-feira (9), o chefe do Executivo estadual acrescentou que procurará conversar com seus correligionários para definir a melhor estratégia e avaliar com calma qual nome será escolhido para concorrer a prefeitura de Salvador em 2019.

“Tá no momento de todo mundo colocar o seu nome. Até porque se o povo não souber quem é potencialmente candidato, como esse nome poderá eventualmente crescer ou não? Acho que as pessoas precisam divulgar seus nomes. Não precisa essa agonia de antecipar definições", disse, lembrando que a eleição ocorrerá em pouco mais de oito meses.

Atualmente, o PT possui sete postulantes a candidato pela legenda. São eles: o deputado federal licenciado e atual Secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Nelson Pelegrino; o deputado estadual Robinson Almeida; os deputados federais Jorge Solla e Valmir Assunção; o vereador Moisés Rocha; a socióloga Vilma Reis; e o ex-secretário municipal de Cultura de Belo Horizonte, Juca Ferreira.

Já na base aliada, a deputada estadual Olivia Santana (PC do B) e seu colega de Assembleia Legislativa, Niltinho (PP), além dos deputados federais Sargento Isidório (Avante) e Bacelar (Podemos) também despontam como opções.

Rui se deu como exemplo, recordando que “até 15 dia, uma semana antes das eleições”, a opinião pública não acreditava na sua eleição para governador em 2014. Por fim, ele pregou tranquilidade e serenidade da condução do processo eleitoral que se aproxima, para que desta forma a eleição possa ser vencida por algum candidato da base, com uma votação expressiva. "Se eu ficasse agoniado, hoje eu não seria governador", concluiu.

O governador também avaliou que na maioria das disputas eleitorais nos municípios vão ocorrer entre candidatos da base, sem candidaturas ligadas às oposições. "Em outras onde só houver um turno, e houverem dois candidatos da base enfrentando alguém da oposição nós vamos tentar unificar para vencer às eleições. Esse é um trabalho que nós devemos nos envolver porque significa aparar arestas na nossa base. Isso inclui Salvador", avaliou.

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