Kertész não poupa críticas aos adversários na reta final da campanha
Peemedebista acredita em um segundo turno, mas não revela quem apoiaria na ocasião |
Publicado em 17/09/2012, às 14h40 Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews)
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Candidato à prefeitura de Salvador pelo PMDB, Mário Kertész avalia a reta final de sua candidatura e aproveita a entrevista concedida ao jornal Tribuna da Bahia, para alfinetar os adversários. “Eu não nasci hoje e nem caí de paraquedas, nem sou herdeiro de nada, a não ser do meu próprio trabalho. Isso tem sido muito bom”, acredita.
Entre propostas para a mobilidade de Salvador e reestruturação da orla, o candidato se desviou do seguinte questionamento: quem apoiar no segundo turno. “Isso aí só no dia 07 de outubro. Vamos ver o resultado, eu estou esperando chegar lá. Eu agora não vou dizer nada. Eu vou buscar apoio”, disse Mário Kértesz que não mediou palavras para dizer o que faria de diferente de João Henrique. “Tudo. Tudo, rapaz. O que é isso? João Henrique não é autor citado. Não é autor citado. Não é nem pra ler. João Henrique é para ser apagado da vida política. Eu espero, inclusive, que a Câmara rejeite as contas dele para ele ser apagado da vida política por um bom tempo. Disse que já está fazendo a chapa dele para 2014. Vai ser ele governador, Zé Ronaldo vice e Otto Alencar senador. Otto Alencar já até declarou no portal da Metrópole que no dia que encostar em João Henrique ele está maluco. Agora, Zé Ronaldo eu não sei se vai largar a Prefeitura de Feira de Santana para querer ir. Mas ele está com esse tipo de elucubração sim. Vai ver que ele está pensando numa chapa puro sangue de Feira de Santana”, alfinetou o candidato.
Sobre a vinda de Lula para Salvador influenciar nas eleições para prefeito, como por exemplo, se forçar a eleição para o segundo turno, Mário se manteve tranquilo. “A eleição para mim vai para o segundo turno de qualquer jeito. Essa história de primeiro turno não existe. Eu acho que Neto estava querendo ao máximo empurrar para ganhar no primeiro turno. Porque ele sabe que, tanto Pelegrino quanto eu crescendo ou Márcio Marinho ou os outros candidatos, aí tem segundo turno. Ele estava doido querendo faturar logo no primeiro. Não vai conseguir. A vinda de Lula, eu acho que tem duas coisas. Eu acho que favorece, ele tem uma liderança importante, que vai favorecer a candidatura de Pelegrino. Agora eu espero que, nessa vinda, ele resolva o problema dos barraqueiros que ele prometeu em agosto de 2010. Não é possível”, disse.
Sobre as críticas que sofre a respeito do período em que foi prefeito, ele é rápido: “De jeito nenhum. São críticas que diluíram no tempo e no espaço. São críticas que foram feitas dentro do jogo político, no jogo político todo mundo faz crítica. Eu sempre fui uma pessoa que me coloquei muito abertamente e, claro, uma pessoa assim tem que ter críticas. Até porque ninguém faz tudo certo. Eu cometi muitos erros e as pessoas têm todo o direito de criticar”, pontuou.
Matéria originalmente publicada às 07h53 do dia 17/09.
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