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Imbassahy e Geddel comentam polêmica envolvendo oposição

Imagem Imbassahy e Geddel comentam polêmica envolvendo oposição
Aliança em Salvador estaria condicionada aos acertos em São Paulo   |   Bnews - Divulgação

Publicado em 20/07/2011, às 09h13   Rafael Albuquerque





Teve ampla divulgação nesta terça-feira (19), a notícia de que o apoio do DEM na eleição para prefeito da capital paulista em 2012 está condicionado ao jogo das alianças para a prefeitura de Salvador. Para o partido coligar em São Paulo, e entregar seu precioso tempo no horário eleitoral, o DEM cobra a recíproca na capital baiana. Segundo a coluna Poder Online/ iG, o entendimento mais adiantado do partido é com o PMDB. O DEM indicaria o vice do candidato Gabriel Chalita (SP) e o PMDB indicaria o vice do deputado ACM Neto, caso este seja mesmo candidato.

Diante dos comentários, o deputado federal ACM Neto (DEM) negou que as articulações envolvendo a formação de uma chapa entre o DEM e o PMDB de São Paulo passem por Salvador, e vice-versa. Para ele, são duas decisões totalmente diferentes.

O deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) afirmou ao Bocão News que, se for verdade “é um despropósito vincular os destinos de Salvador a questões inerentes a São Paulo. Especialmente quando se trata de negociar tempo de TV de qualquer partido em benefício a determinadas candidaturas”. Mas Imbassahy se mostrou aliviado, pois “o deputado ACM Neto desmentiu essa informação, o que para nós, já é suficiente”.

Questionado sobre a composição da oposição para disputar 2012, o deputado disse que ainda está cedo, mas cutucou o prefeito: “Estamos trabalhando e fazendo projetos para o futuro, tendo em vista a administração desastrosa que estamos vivendo. A administração de João Henrique é desastrosa. Ele é considerado o pior prefeito do Brasil entre as capitais pesquisadas”.

Geddel Vieira Lima, ex-ministro e atual presidente de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal, afirmou ao Bocão News não saber de onde surgiu a notícia, mas que: “especulações são naturais e que quem conhece o PMDB, quem conhece a mim, sabe que não trabalhamos com condicionantes”. Geddel finalizou ao afirmar que a partir de agora a ideia é “conversar com todos, buscar apoio e apoiar sem aceitar condicionantes e sem condicionar”.

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