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MC Gui está prestes a receber a visita de um oficial da Justiça em 'A Fazenda'; entenda

Reprodução / PlayPlus

O cantor deverá ser notificado por um processo por calúnia de autoria de um motorista de aplicativo

Publicado em 01/10/2021, às 08h31    Reprodução / PlayPlus    Redação BNews

Itapecerica da Serra, no interior de São Paulo, onde fica situada a sede da 'Fazenda' tem sido roteiro constante de oficiais de Justiça. Como se não bastasse toda polêmica envolvendo Nego do Borel, em que a polícia esteve no local para averiguar a acusação de estupro, que levou o funkeiro a ser expulso do reality, agora outro peão deve receber a visita dos "justiceiros" por lá.

Desta vez, quem deve receber os oficiais é MC Gui, que estaria sob os cuidados de Tati Quebra Barraco no reality após pedido da própria mãe. O motivo é um processo em que o cantor é alvo, movido por um motorista de aplicativo. Segundo informações divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, na ação, Alef Santos pede uma indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil por ter sido acusado, em 2020, de ter roubado as malas do cantor com objetos para doação, que foram transportadas em seu carro através de uma corrida.

De acordo com a publicação, o processo está em fase de tentar notificar MC Gui sobre a causa e caso ele não tenha deixado uma procuração de plenos poderes para que alguém receba a intimação aqui fora, a Justiça deverá bater na porta do reality da Record, que teve o segundo eliminado na noite desta quinta-feira (30).

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Entenda o caso
Depois de ser chamado pelo aplicativo para uma corrida, o motorista ficou encarregado de transportar umas malas até à zona leste de São Paulo. No entanto, Alef alega que ao chegar ao local de destino,  ficou esperando por dez minutos alguém aparecer para retirá-las, e depois avisou que não poderia aguardar mais, uma vez que o local era perigoso.  Com isso, ele teria entrado em contato com o responsável por colocar as malas no carro para avisar que deixaria as bagagens para serem retiradas diretamente na sede da Uber, localizada no bairro Penha de França.

Acontece que o responsável por despachar as malas no carro registrou um boletim de ocorrência contra o motorista, alegando que ele supostamente havia se apropriado indevidamente das bagagens. Posteriormente, MC Gui utilizou as redes sociais, com milhões de seguidores, para acusar o motorista de roubo, no qual o chamou de "ladrão de muambas e de cestas básicas".

Diante das acusações, o motorista também procurou a polícia e prestou queixa contra o cantor por calúnia. O advogado de Alef afirma que a exposição fez com que seu cliente passasse a receber mensagens dos fãs de MC Gui em tom de ameaça, além de ofensas, após o cantor expor o caso nas redes sociais, "tendo sua vida transformada em um inferno social".

Apesar de ter retirado as publicações do ar, ao receber as malas de volta, MC Gui teria usado o caso para se promover e "abafar" a polêmica envolvendo o cantor e uma criança que ele humilhou e tirou sarro durante férias na Disney, segundo o advogado do motorista.

"Há de observar que em poucas manifestações (dos seguidores de Gui) as pessoas falam mal do requerido, alegando que o mesmo arquitetou essa situação para se promover perante a mídia, para tentar limpar sua barra perante os atos praticados nos Estados Unidos", diz um trecho da acusação que consta na petição inicial da ação.

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