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Depois de algumas semanas de trégua na disputa pela guarda de Léo, filho de Marília Mendonça com Murilo Huff, o nome da cantora volta a aparecer em nova polêmica. Um acervo inédito da artista, guardado em um pen drive com mais de 100 arquivos, virou motivo de disputa judicial entre a família, o empresário Wander Oliveira e a gravadora Som Livre. As informações são do portal Em Off.
O “pen drive da discórdia”
Segundo Wander, o dispositivo reúne cerca de 110 registros, entre músicas inéditas, rascunhos e gravações em voz e violão. Ele afirma que o material seria suficiente para abastecer lançamentos póstumos pelos próximos 20 anos.
O empresário diz ter aberto mão dos direitos autorais em favor do espólio da artista, que ficará sob responsabilidade de Léo quando atingir a maioridade. “Para mim, o pen drive pertence ao Léo. Eu gostaria que fosse entregue para ele. Ficou entendido que seria doado para o espólio, mas semanas depois, o advogado da família estava negociando com gravadoras”, declarou.
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A versão é contestada por Robson Cunha, advogado da família da cantora. Ele sustenta que todo o acervo pertence à Som Livre, em razão de um contrato assinado por Marília em 2019. O jurista confirmou que há conversas para o lançamento das músicas, mas negou qualquer acordo para entregar o material a Léo como lembrança pessoal.
Além disso, a defesa aponta que o próprio Wander incluiu os arquivos nas negociações de licenciamento de obras inéditas, contrariando a versão de que o conteúdo estaria destinado ao espólio.
Apesar do interesse comercial, por enquanto as tratativas seguem suspensas. Isso porque Murilo Huff, tutor legal de Léo, precisa assinar qualquer contrato que envolva o filho, o que ainda não aconteceu.
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