Entretenimento
por Natane Ramos
Publicado em 09/10/2024, às 14h31
Aos 90 anos, Francisco Cuoco, ator veterano conhecido pelos seus papeis de destaque na Globo, e seu filho, Diogo Rodrigues Cuoco, estão enfrentando uma situação delicada após serem denunciados em um processo trabalhista, e condenados a pagar mais de R$ 506 mil para um ex-funcionário da empresa Rio Eat Alimentos, que era da família.
De acordo com informações obtidas pelo portal LeoDias, o ex-colaborador, Luis Queiroga Cirne de Castro, teria afirmado que a empresa da família Cuoco descumpriu com diversas normas trabalhistas, entre elas irregularidades na assinatura do contrato, atraso salarial, pagamentos “por fora” da carteira de trabalho, férias atrasadas e aviso prévio descumprido.
Segundo os documentos do processo, o autor informou que foi contratado pela empresa no dia 1º de setembro de 2005, mas só foi regularizado no dia 3 de abril de 2006, passando de sete meses após a sua entrada na empresa. Em abril de 2011 ele foi dispensado da empresa, segundo ele, de forma "imotivada".
Queiroga declarou que, durante os cinco anos que esteve empregado, só recebia o total de R$ 900 na carteira de trabalho, mesmo tendo aumentos significativos, onde ele começou recebendo R$ 1.900,00 e chegou a atingir R$ 9.000,00.
O autor do processo ainda informou que o salário referente ao mês de outubro de 2010 só foi pago em agosto de 2011, meses após ele ter deixado a empresa. O ex-colaborador acusou os empregadores de não realizarem o pagamento dos salários referentes aos meses de novembro e dezembro de 2010 e janeiro, fevereiro, março e abril (apenas os 8 dias trabalhados) de 2011. Luis Queiroga acrescentou que não teria recebido o 13º de 2010 e o valor proporcional de 5/12 meses do benefício de 2011.
Queiroga também cobra os valores referentes as férias que nunca teve direito durante os cinco anos trabalhando para a empresa do veterano da Globo.
Em 2022, a Justiça deu causa ganha e obrigou a empresa a pagar R$ 497 mil. Alguns meses depois da decisão, o valor foi ajustado para R$ 506 mil. No entanto, devido às mudanças contratuais nas empresas, a Justiça determinou que o pagamento fosse realizado por Francisco Cuoco, Diogo Rodrigues Cuoco e Fernando Brito Abrunhosa.
O caso ainda está aberto na Justiça e segue com o aguardo do julgamento de recursos dos ex-sócios da empresa no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
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