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Manuela Dias voltou a falar sobre o romance que viveu com Wagner Moura nos tempos de Universidade Federal da Bahia (UFBA), quando ambos cursavam Comunicação Social. Em entrevista à revista GQ, a autora do remake de ‘Vale Tudo’ relembrou a intensidade da conexão entre os dois e como o ator baiano já chamava atenção muito antes da fama.
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A escritora descreveu com precisão o dia em que viu Wagner pela primeira vez, destacando o visual marcante do então estudante:
“Wag é um desses amores que levamos para sempre, transmutado. Lembro até hoje da primeira vez que o vi: ele usava uma calça de alfaiataria feita por sua mãe, Piu Piu, e sapatos de camurça de amarrar. Existia algo em seu olhar que me capturou para sempre”, relatou.
Manuela também comentou sobre a primeira vez que o viu no palco e como imediatamente percebeu que estava diante de alguém fora do comum:
“Quando o vi em cena pela primeira vez, em uma peça dirigida por Zé Possi Neto, tive certeza de que um foguete estava decolando, um vulcão entrara em erupção. Assim foi: o galã de olhos tristes vê horizontes cada vez mais longínquos. Ele é ator, pensador, escritor, ativista... Um artista que amplia todos os conceitos”, afirmou.
Vale ressaltar que, durante a época de universidade, Wagner também cultivou amizades importantes, como a com Jean Wyllys, e conheceu Sandra Delgado, que anos depois se tornaria sua esposa. O início do relacionamento, porém, só aconteceu após a formatura, em um encontro casual em uma quinta-feira de Carnaval, em 2001.
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