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Nesta quarta-feira (20), completou cinco anos da morte do apresentador Gugu Liberato, um dos maiores nomes da televisão brasileira. Enquanto sua ausência ainda é sentida pelos fãs e pela família, a disputa pela partilha de sua fortuna, estimada em R$ 1 bilhão, continua movimentando os tribunais e ocupando as manchetes. O caso envolve testamento, reconhecimento de paternidade e pedidos de união estável, revelando as complexidades que cercam o legado deixado pelo comunicador. As informações são do portal Gshow.
Gugu, que morreu em 2019 após um acidente doméstico, deixou um testamento assinado em 2011. No documento, o apresentador determinou que 75% de sua fortuna fosse destinada aos três filhos: João Augusto, atualmente com 23 anos, e as gêmeas Marina e Sofia, de 20 anos. Os outros 25% seriam divididos entre cinco sobrinhos. Ele também garantiu uma pensão vitalícia de R$ 163 mil mensais para sua mãe, Maria do Céu Moraes, hoje com 95 anos.
Apesar disso, a exclusão de Rose Miriam, mãe dos filhos de Gugu, do testamento abriu espaço para uma série de disputas judiciais. Inicialmente, ela tentou comprovar a união estável com o apresentador, mas em agosto deste ano, desistiu oficialmente da ação e chegou a um acordo com os filhos para ser beneficiada por eles ao longo da vida.
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A chegada de um possível herdeiro
Outro desdobramento recente envolve Ricardo Rocha, empresário de 50 anos que busca reconhecimento de paternidade. Ele afirma ser fruto de um relacionamento que Gugu teve na adolescência e já solicitou um teste de DNA na Justiça. Em agosto deste ano, parte da herança chegou a ser bloqueada a pedido da defesa de Ricardo, mas a decisão foi revertida enquanto se aguarda a análise do exame, prevista para ser concluída no início de 2025.
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Ricardo preferiu não comentar o andamento do processo, que corre em segredo de Justiça. Seu advogado, Camilo Brito, também optou por não dar detalhes. "Assim que tivermos alguma novidade, avisarei a todos", declarou.
União estável contestada
O chef de cozinha Thiago Salvático também busca reconhecimento de união estável com o apresentador, o que lhe daria direito a uma parte da herança. Thiago afirma que eles mantinham um relacionamento que incluía viagens conjuntas, contas bancárias compartilhadas e um histórico de conversas em aplicativos de mensagens.
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A ação foi inicialmente negada, mas a equipe jurídica do chef entrou com uma apelação. O julgamento está previsto para o primeiro semestre de 2025. Caso a união estável seja reconhecida, Thiago poderá negociar diretamente com os herdeiros para evitar novos processos.
Como estão os filhos de Gugu?
Mesmo com os desdobramentos na Justiça, os filhos de Gugu têm seguido suas vidas. João Augusto, o primogênito, formou-se em Administração e Comunicação nos Estados Unidos e mantém uma relação próxima com as irmãs e a mãe.
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Marina e Sofia, por outro lado, se destacam como influenciadoras digitais. Marina compartilha conteúdos sobre religião com seus mais de 500 mil seguidores e namora Felipe Lessa, CEO de uma escola de surfe na Califórnia. Já Sofia é focada no universo fitness e beleza, e está em um relacionamento com Gabriel Gravino, com quem namora há quase cinco anos.
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Previsão de encerramento
De acordo com o advogado Carlos Regina, que representa parte da família, o desfecho das disputas está próximo. "O que falta é o teste de DNA e o julgamento da apelação do Thiago. Tudo deve ser resolvido no início de 2025", afirmou.
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