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Após acusar gestão do SBT de “prostituição”, Zezé Di Camargo se retrata; veja comunicado

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Cantor afirma que expressão em crítica à gestão do SBT foi “mal interpretada”  |   Bnews - Divulgação Divulgação/Globo
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 16/12/2025, às 17h00 - Atualizado às 17h14



Zezé Di Camargo fez um novo pronunciamento sobre a polêmica envolvendo suas críticas à gestão do SBT após a emissora receber o presidente Lula e o ministro do STF Alexandre de Moraes no evento de lançamento do ‘SBT News’. Na ocasião, o cantor afirmou que o canal, administrado por Daniela Beyruti, estaria “se prostituindo”.

No novo comunicado, Zezé afirmou que utilizou o termo “prostituindo” de forma figurada, sem intenção de ofender ou atribuir conotação de gênero:

“Apesar disso, a expressão foi mal interpretada. Em nenhum momento houve a intenção de desrespeitar as mulheres da família Abravanel ou qualquer mulher. Ainda assim, minhas palavras causaram desconforto, e por isso peço desculpas sinceras”, escreveu o cantor.

pronunciamento zeze

O episódio começou após o artista criticar publicamente a emissora por convidar o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes, do STF, para a inauguração do canal ‘SBT News’. 

Zezé, conhecido por sua postura política conservadora e apoio a Jair Bolsonaro, questionou a emissora, acusando-a de se afastar do legado de Silvio Santos. Após a repercussão do caso, Daniela Beyruti, presidente da emissora e filha do criador do canal, se manifestou nas redes sociais:

“Nos últimos dias, minha família tem sido alvo de críticas, antes mesmo de apresentarmos a nossa proposta para o ‘SBT News’. Isso é exatamente o que queremos combater: a falta de diálogo entre um povo que tem muitas virtudes e que amamos tanto”, afirmou.

Posteriormente, em entrevista ao colunista Flávio Ricco, a empresária afirmou que o evento não teve caráter partidário e revelou que políticos ligados à direita também foram convidados. De acordo com ela, entre os convidados estavam o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD). “Todos foram convidados, mas não puderam estar presentes”, afirmou.

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