Entretenimento
por Alan Robert
Publicado em 23/10/2026, às 15h51 - Atualizado às 16h10
Recém-separada do cantor Belo, Rayane Figliuzzi enfrenta um impasse na Justiça do Rio de Janeiro. Segundo informações da coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, a influenciadora ainda não foi localizada para receber uma intimação em uma ação criminal relacionada à antiga clínica de estética e bronzeamento ligada a ela.
O processo foi iniciado em dezembro de 2025, após o estabelecimento ser interditado durante uma operação da Delegacia do Consumidor (Decon) e da Vigilância Sanitária. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), foram encontrados produtos usados e armazenados de maneira inadequada, frascos e equipamentos sem identificação e materiais infectantes sem descarte apropriado.
Em março deste ano, o Ministério Público ofereceu a Rayane um acordo de não persecução penal. A proposta prevê confissão formal dos fatos investigados, pagamento de R$ 50 mil e prestação de serviços comunitários durante um ano, com carga de seis horas semanais. Caso aceite e cumpra as condições, ela poderá evitar a continuidade da persecução criminal e uma eventual condenação.
Em 19 de março, a 2ª Vara Criminal da Regional de Jacarepaguá determinou que Rayane fosse intimada para informar se aceitaria a proposta. No entanto, segundo a coluna, a comunicação ainda não havia sido efetivada.
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Diante da dificuldade, o MPRJ solicitou, em 17 de agosto, que a influenciadora fosse intimada por meio dos contatos eletrônicos disponibilizados em seu perfil no Instagram. A promotoria argumentou que, por ser uma pessoa pública, seria possível localizá-la pelos endereços de contato divulgados nas redes sociais.
Até a publicação da reportagem original, o pedido ainda não havia sido analisado pelo juiz responsável pelo caso.
Rayane foi denunciada por suspeita de crime contra as relações de consumo, relacionado à comercialização ou ao armazenamento de produtos impróprios para consumo na clínica de estética e bronzeamento. A interdição do local ocorreu em dezembro de 2025, após denúncias de clientes.
A denúncia do Ministério Público aponta que os produtos e materiais encontrados no estabelecimento apresentavam problemas de armazenamento, identificação e descarte. As acusações ainda devem ser tratadas como alegações, e a proposta de acordo não representa uma condenação criminal.
Rayane virou ré na Justiça porque a polícia descobriu que ela tinha uma clínica de estética ilegal no Rio de Janeiro.
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