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Após transar com 1.113 homens em 12 horas, atriz pornô cria clone de IA para bater meta de ter relações com 10 mil fãs

Reprodução / Redes Sociais
Lily Phillips, que pretende se relacionar com 10 mil homens em apenas um dia, lançou uma versão digital de si mesma que conversa, envia fotos e vídeos e até faz chamadas ao vivo  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 03/11/2026, às 08h49



Depois de afirmar que bateu o recorde de sexo com 1.113 homens em apenas 12 horas, a atriz pornô Lily Phillips decidiu apostar em outra estratégia para ampliar seu alcance: criar uma versão digital de si mesma. A britânica lançou uma espécie de gêmea virtual, alimentada por inteligência artificial, que promete interagir com fãs mesmo quando ela não está disponível.

A novidade chega enquanto a atriz mantém uma meta ainda mais ambiciosa: se relacionar sexualmente com 10 mil homens em um período de 24 horas. Com a ferramenta de IA, Lily pretende atender a um público que não consegue alcançar pessoalmente e expandir sua presença no mercado de conteúdo adulto.

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Batizada de Lily AI, a versão digital foi desenvolvida para reproduzir características físicas, voz e traços da personalidade da artista. Segundo informações do New York Post, a ferramenta está disponível em uma plataforma de conteúdo adulto e permite interações por mensagens, fotos, vídeos, áudios e chamadas ao vivo.

“Ela é uma extensão de mim”, afirmou Lily ao apresentar a novidade.

Gêmea virtual promete reproduzir jeito da atriz

A britânica explicou que a criação surgiu diante da dificuldade de responder a todos os seguidores. Segundo ela, a inteligência artificial oferece uma alternativa para quem deseja interagir com sua imagem, mas não consegue ter contato direto com a artista.

“O dia só tem 24 horas e eu não posso estar disponível para todos o tempo todo. Um gêmeo digital cria uma experiência diferente, desde que as pessoas entendam com o que estão interagindo”, explicou.

A proposta é que a personagem virtual vá além da aparência e reproduza também o humor e a maneira de conversar de Lily. A própria atriz, porém, reconhece que a tecnologia não consegue copiar completamente sua personalidade.

lilly

“O objetivo é que ela capture meu lado brincalhão, meu humor e meu jeito de falar. Mas a verdadeira eu tem humores, experiências e uma vida fora da internet que uma IA não consegue recriar completamente”, declarou.

A artista definiu a versão digital como “uma ótima interpretação” de si mesma e ressaltou que não vê a tecnologia como substituta dos profissionais envolvidos na produção de conteúdo adulto.

Lily faz alerta sobre uso da imagem sem autorização

Ao falar sobre o projeto, Lily também destacou a diferença entre criar uma representação digital com autorização e utilizar inteligência artificial para produzir deepfakes.

Esse tipo de conteúdo pode reproduzir rosto, corpo ou voz de uma pessoa sem consentimento. Para a atriz, o fato de alguém ser famoso ou trabalhar com entretenimento adulto não significa que sua imagem possa ser utilizada livremente.

“Optar por criar uma versão de si mesmo criada por IA é muito diferente de alguém usar seu rosto, corpo ou voz sem permissão”, afirmou. “Ser uma figura pública ou trabalhar no ramo do entretenimento adulto não significa que as pessoas devam poder fazer o que quiserem com a sua imagem”, completou.

Classificação Indicativa: Livre

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