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Apresentadora abre o jogo após beijo polêmico em Chico Buarque

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Beijo polêmico de apresentadora em Chico Buarque viralizou nas redes sociais  |   Bnews - Divulgação Foto: Reprodução / redes sociais
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 26/12/2025, às 18h36



A apresentadora Cissa Guimarães, responsável pelo programa "Sem Censura", da TV Brasil, se manifestou pela primeira vez após o polêmico beijo em Chico Buarque. A famosa revelou que sofre constante ataque de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e deu detalhes sobre sua relação com o cantor.

Em entrevista ao jornal O Globo, Cissa iniciou falando sobre os ataques que recebe, principalmente comentários maldosos usando seu filho Rafael Mascarenhas, que faleceu em 2010, para atingi-la. "Acho uma crueldade absurda. Eles usam muito o meu filho Rafael para me agredir, então eu cancelo os comentários. Quando eu me coloco politicamente, é óbvio que os bolsominions me agridem. Quando estou com tempo, faço uma boa faxina. Bloqueio. Cancelo. Falo: ‘Não quero essa pessoa me rondando’", relatou.

"Se está atrás de mim, na minha rede social para me xingar, para falar do meu filho que morreu, então tchau. Isso é uma maldade horrível que nenhum ser humano tem o direito de fazer com o outro, com a maior dor do mundo. Não estou nem aí se perco 500, mil seguidores. Eu bloqueio e cancelo todo mundo. Eu tenho pena, principalmente quando são mulheres, mulheres que são mães. Mais do que magoada e triste, eu tenho nojo. Isso diz mais sobre a pessoa do que sobre mim", declarou.

A apresentadora acrescentou que gostaria de ver a polarização política diminuindo em 2026. "Minha esperança é que tenhamos menos intolerância. Quando vou às manifestações, é para cumprir um pouco a minha cidadania", concluiu.

O polêmico selinho em Chico Buarque

Uma cena repercutiu nas redes sociais recentemente, após Cissa marcar presença na manifestação contra o PL da Dosimetria e dar um selinho em Chico. "A minha geração é uma geração que tem essa atitude", relatou, explicando que aquele foi apenas um gesto de carinho entre amigos.

"Eu dou selinho no Caetano Veloso, dou selinho no Gilberto Gil, até na Paula Lavigne. Isso é da geração do final dos anos 80. A gente se falava assim. E aquilo ali foi uma coisa de final de manifestação, de comemoração. Não tem nada, imagina. Criou-se uma coisa. Tem a Carol Proner (companheira do cantor), tenho o maior respeito por ela. Chico é meu querido amigo", finalizou.

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