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Arraiá BNews: Cantores da Banda Caviar com Rapadura falam sobre a tradição do forró e suas novas roupagens

Paulo M. Azevêdo/ BNews
A Banda Caviar com Rapadura foi a primeira a se apresentar nesta segunda-feira (1º) no Parque de Exposições  |   Bnews - Divulgação Paulo M. Azevêdo/ BNews
Andreza Oliveira e Letícia Rastelly

por Andreza Oliveira e Letícia Rastelly

Publicado em 01/07/2024, às 21h13



A banda Caviar com Rapadura foi a primeira a se apresentar na noite desta segunda-feira (1º), no Parque de Exposições, onde ainda se celebra o São João. Após a show, os cantores Adriana Maia e Jaime, bateram um papo com os jornalistas, onde comentaram um pouco da história, as novidades para o repertório e preparação para a maratona de shows do período junino.

“O Brasil é enorme, o São João também. Há espaço para todos. Tem vários gostos. Eu, por exemplo, sou apaixonado por Flávio José. Vou ouvir ele agora até dar uma dor, do começo ao fim (risos). Tem outros ritmos, tem a galera que curte uma coisa, outra curte outra. Até porque a gente toca tudo, quando chega no Carnaval, a gente faz o Carnaval da Caviar.. tem espaço pra tudo”, disse Jaime sobre os vários ritmos que têm sido inseridos no São João.

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Quando o assunto é a mudança do forró ao longo dos anos, Adriana comenta sobre os esforços da banda para se atualizar: “A gente tenta fazer forró de verdade, mas o tempo todo acompanhando a moda do forró. Não esquecendo a nossa raiz, mas a gente vai todo ano incrementando alguma coisinha pra que venha mais 28 [anos]. Não é fácil, porque a galera que curte o forró daquela época fica meio resistente em aceitar algumas mudanças, mas a gente tem que acompanhar, com a tecnologia as coisas estão mudando, e a gente tem que caminhar também”.

Ainda falando sobre essas mudanças que o forró vem passando, Jaime completou. “Toda banda tem que acompanhar o tempo. Tudo passa, as coisas boas ficam, a exemplo do nosso querido Flávio José, mas tem coisas novas, outras roupagens que agradam outras pessoas. Por exemplo, a gente até brinca, a história da ‘Corrinha’, que a gente chama de ‘Bota ou não Bota’, tem criança de 10 anos, 12 anos que canta a música da gente, essa música foi gravada há 24 anos, 23 anos atrás, e a criancinha de 10, 12 anos pedindo pra cantar a música da gente. Acho que coisa boa não envelhece, não”, finalizou o cantor.

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