Entretenimento
O espaço para o pagode é garantido no São João da Bahia. São diversas atrações do ritmo que se apresentam ao longo dos 12 dias de festa, principalmente no ‘Pranchão”, palco alternativo do Parque de Exposições, onde quem esteve, na noite desta sexta-feira (14), pôde curtir o show do cantor Falcão, da banda Guig Ghetto.
“A gente vai tocar aqui e vai direto, porque vamos fazer o arrastão em uma cidade do interior, ás 5h da tarde. E no domingo também estamos em Madre de Deus. Na outra semana a gente tem show também em Minas Gerais e Bahia (...) E está aparecendo show muito próximo das datas, porque como as prefeituras estão fazendo muitas festas na cidade, estão reativando as festas, acaba que a gente está ali, no radar, e sempre está aparecendo um show”, contou Falcão sobre sua agenda nesse mês de festejos juninos.
Quando o assunto é evolução do pagode baiano, visto que a Guig Ghetto já tem mais de 20 anos de estrada, Falcão fala que não tem preconceito, mas não toca. “Tiveram vários movimentos, o Gera Samba não tinha balé, O Tchan teve... então tudo vai se modificar (...) A cada momento vai se moldando e se reinventando. Eu acredito que tudo é fase. Algumas se mantêm, outras se renovam, isso é normal. E eu não tenho preconceito algum, tá? Tem coisas que eu não faço porque não faz parte do que eu me proponho”, esclareceu.
Ainda assim, ele fez questão de ressaltar e exaltar o cantor O Kanalha, ao qual ele conheceu no ano passado. “Eu vou dizer o nome dele aqui pra vocês, eu achei um cara muito gentil. Nós fizemos um show no passado, não conhecia ele pessoalmente, O Kanalha. Ele foi no meu camarim, me deu um abraço e falou assim: ‘minha mãe, minha avó, adoram você’ (...) foi interessante porque de fato assim, ele tem 25 anos, 23 anos... ele é muito novo (...) então tem essa particularidade”, finalizou Falcão.
Classificação Indicativa: Livre
Tiago di Araújo e Letícia Rastelly
Lançamento com desconto
Congresso Internacional
cinema em casa
som poderoso
Imperdível