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Atriz choca a web com desejo de congelar corpo do filho de 13 anos; saiba motivo

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Clare McCann busca arrecadar R$ 1 milhão para preservar o corpo do filho, que cometeu suicídio após bullying na escola.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Instagram
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 28/05/2025, às 11h09



Atenção: A matéria a seguir traz relatos sensíveis que podem servir de gatilho para pessoas em situação de vulnerabilidade emocional. Se você estiver passando por um momento difícil, procure ajuda especializada. O CVV (Centro de Valorização da Vida) atende 24 horas por dia pelo telefone 188. O serviço é gratuito, sigiloso e disponível em todo o Brasil. 

A atriz e cineasta australiana Clare McCann emocionou e dividiu a opinião pública ao anunciar uma decisão extrema após a morte do filho de 13 anos: congelar o corpo do adolescente por meio da criogenia, um procedimento ainda experimental. O garoto, segundo a mãe, tirou a própria vida após sofrer bullying na escola. As informações são do portal Leo Dias. 

Clare lançou uma campanha de financiamento coletivo com o objetivo de arrecadar 300 mil dólares australianos (aproximadamente R$ 1 milhão) para cobrir os custos da preservação criogênica. Ela diz acreditar que, no futuro, os avanços da ciência possam permitir a reanimação e a cura do filho. 

A escolha reacende discussões sobre os limites éticos, legais e científicos da criogenia — método que consiste na conservação de corpos a temperaturas extremamente baixas, na esperança de que um dia possam ser revividos. Atualmente, a prática é oferecida por poucas instituições no mundo, principalmente nos Estados Unidos e na Rússia, e não possui comprovação científica sobre sua eficácia. 

A decisão de Clare McCann gerou reações mistas. Enquanto alguns internautas e especialistas demonstram empatia e solidariedade diante do luto da atriz, outros criticam a ausência de respaldo científico e os dilemas éticos envolvidos. "Não posso perder a esperança", declarou Clare, em entrevista à imprensa australiana. 

Além da comoção, o caso também levanta questões jurídicas. Em muitos países, a criogenia não é regulamentada, o que gera incertezas quanto aos direitos sobre o corpo após a morte e aos limites legais para esse tipo de procedimento. 

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