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Atriz da Globo se revolta com morte de jovem em operação policial no Rio: “Justiça para Herus”

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Atriz da Globo cobrou respostas das autoridades após morte de Herus Guimarães Mendes  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 08/06/2025, às 08h35



A atriz Juliana Alves usou as redes sociais, no último sábado (7), para protestar contra a morte de Herus Guimarães Mendes, de 23 anos, atingido por um disparo durante uma operação policial no Morro do Santo Amaro, no Catete, Zona Sul do Rio, na madrugada do último sábado (7).

O jovem foi baleado durante uma festa junina organizada por moradores da comunidade. Segundo relatos de testemunhas, agentes do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) chegaram atirando, provocando pânico entre os presentes, inclusive crianças.

Indignada com a violência, Juliana compartilhou um vídeo em tom de revolta cobrando justiça das autoridades e demonstrando solidariedade à família da vítima. “Isso é revoltante, inaceitável. Quantos inocentes ainda vão ter que morrer, hein Governo do Estado do Rio de Janeiro? Essas pessoas merecem viver. Deem respeito e dignidade ao povo da favela. Justiça. Justiça. Justiça para Eros Guimarães Mendes”, disse, emocionada.

Na legenda da publicação, a artista também criticou a falta de justificativa para a ação policial e a violência do Estado nas comunidades periféricas. “Hoje uma mãe e um pai choram a ausência e o fim da vida de um filho. Uma comunidade toda aguarda e anseia por respostas. E toda uma sociedade deve se indignar por ações tão truculentas e infundadas deste estado violento”, escreveu Juliana. “Minha solidariedade e apoio a toda família de Herus Guimarães Mendes”, completou.

Nos comentários, outros famosos protestaram contra a morte do jovem. “MEU MAIOR PAVOOOOOOR! Muito triste. #justiçaporherus”, escreveu a ex-BBB Camilla Maia. “Horror”, disparou a atriz Drica Moraes. “Inadmissível!”, resumiu o ator Adalberto Neto.

Sobre o caso

Herus era office boy em uma imobiliária e pai de um menino de dois anos. De acordo com a família, ele não tinha antecedentes criminais e havia saído da festa para comprar um lanche quando foi atingido. 

A Polícia Militar afirmou que os agentes usavam câmeras corporais e que as imagens estão sendo analisadas pela Corregedoria. O Bope instaurou um procedimento interno para investigar as circunstâncias da operação.

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