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Atriz faz desabafo após ser atropelada pelo próprio carro em restaurante de luxo: “podia ter morrido”

Reprodução / Google Maps
A atriz foi atropelada no último sábado (17)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Google Maps
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 20/05/2025, às 17h02



A atriz e empresária Mara Carvalho, que foi atropelada pelo próprio carro em um restaurante de Luxo em São Paulo na noite do último sábado (17), desabafou sobre o episódio e refletiu sobre a gravidade do acidente, que, de acordo com ela, poderia ter sido fatal. 


Em entrevista ao Gshow, ela contou que tudo aconteceu de repente, logo depois que ela se despediu do namorado, o presidente do São Paulo Futebol Clube, Julio Casares. "O manobrista deu ré e me jogou no chão. Bati a cabeça no asfalto e o cotovelo também, acho que no reflexo de tentar me proteger", disse.  "Não desmaiei, mas a dor era muito forte. A cabeça parecia que ia explodir e o cotovelo doía tanto que eu nem conseguia reagir.", acrescentou. 

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A atriz, que é acostumada com a rotina de atividades físicas e alimentação regrada, falou que o impacto da queda foi tão forte que o corpo inteiro ficou dolorido. "Acho que o fato de eu ser atleta, de ter a musculatura forte, me salvou. Foi uma pancada muito forte. (...) Eu realmente podia ter morrido.", destacou. 


Ela ainda disse que se levantou logo em seguida por impulso e não por segurança. "Fiquei meio perdida, mas levantei rápido. Queria provar pra mim mesma que conseguia caminhar, que não tinha quebrado nada. Porque tem esse medo também: sobreviver, mas ficar com alguma sequela", disse.


 "Fiz tomografia, radiografia, levei pontos no cotovelo. Vomitei três vezes. Não sei se da dor ou pela pancada na cabeça", relembrou a famosa, que foi levada ao hospital, onde passou por uma série de exames, pelo filho Bruno Fagundes. Na instituição de saude, ela foi orientada a refazer os exames nos próximos dias ou voltar ao hospital se sentir qualquer sintoma.


O maior incômodo de Mara, além do acidente, foi a postura do restaurante, que, segundo ela, só a procurou quando já estava no hospital.  "O gerente ligou perguntando se precisava de alguma coisa, se deveria arcar com alguma despesa. Mas isso só aconteceu depois. O dono falou com o Júlio, com os amigos, com o Bruno. Só depois.", disse.

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