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BBB 26: Ana Paula se exalta ao defender cotas raciais e rebate Brígido durante discussão: “Reparação histórica”

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Uma conversa na cozinha do BBB 26 se transforma em um intenso debate sobre a necessidade das cotas raciais no Brasil  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Globoplay
Analu Teixeira

por Analu Teixeira

Publicado em 14/01/2026, às 17h31



A tarde desta quarta-feira (14) foi marcada por climão no BBB 26. Uma conversa aparentemente tranquila na cozinha entre Ana Paula Renault, Solange Couto, Milena e Brígido acabou virando um debate acalorado sobre cotas raciais e dividiu opiniões dentro da casa.

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O assunto começou quando os participantes discutiam o acesso de pessoas negras às universidades. Durante a conversa, Solange Couto afirmou que pessoas pretas e brancas têm a mesma capacidade de raciocínio e citou o caso de uma mulher negra que, segundo ela, teria aberto mão das cotas por não concordar com o sistema. A declaração foi prontamente rebatida por Ana Paula.

A jornalista defendeu as cotas raciais e afirmou que a política é necessária por se tratar de uma reparação histórica, já que, segundo ela, a desigualdade ainda existe.

“Tem que ter cota a partir do momento que ainda não teve reparação histórica”, disse Ana, enquanto Milena acompanhava o debate. 

O climão aumentou quando Brígido entrou na discussão e questionou o modelo das cotas. Para ele, o problema estaria na falta de vagas no ensino superior. “Devia ter vaga pra todo mundo no ensino superior”, afirmou. Ana Paula rebateu na sequência, reforçando que as cotas seguem necessárias enquanto não houver igualdade de oportunidades.

Brígido insistiu no argumento e comparou o sistema a um funil. “Tem 20 vagas pra 2 mil pessoas”, disse o brother. Ana Paula respondeu lembrando que pessoas negras são maioria no Brasil, mas continuam com menos acesso às universidades. “Os negros são a maioria..”, pontuou a jornalista.

Brígido afirmou não achar o sistema errado, mas voltou a defender que o ideal seria ampliar o número de vagas para todos. 

Ana Paula encerrou a discussão fazendo um paralelo com a desigualdade de gênero. “Assim como as mulheres são a maioria, têm que ser maioria nos postos de gerência e nas faculdades também”, disparou. 

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