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Bomba! Conversa inédita de Eliza Samudio com amigo vem à tona e apresenta "armadilha" do goleiro Bruno

Acervo Pessoal / Reprodução - Netflix
Eliza Samudio foi morta depois de ser atraída pelo goleiro Bruno para uma armadilha junto com o filho recém-nascido  |   Bnews - Divulgação Acervo Pessoal / Reprodução - Netflix
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 01/10/2024, às 08h55



Mais de 14 anos após a morte de Eliza Samudio, novos detalhes sobre o caso vieram à tona com o lançamento do documentário 'A Vítima Invisível', da Netflix, que aconteceu no final de setembro. Um desses desdobramentos foi uma conversa inédita da estudante com um amigo, a quem confessou o momento conturbado que enfretava com o goleiro Bruno, por causa do filho recém-nascido.

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Nas mensagens, encontradas pela polícia em um computador pessoal de Eliza, cujo a senha era "amor e ódio", e apreendido durante as investigações, em 2010, ela revela os planos para estudar. Na conversa, a estudante ainda expressa o desejo de ter uma vida de paz após resolver a questão com Bruno na Justiça.

"Vou fazer supletivo à distância", escreveu Eliza. "Você vai ter muita paz. E não esquenta, não, tudo já passou", disse o amigo. "Jamais eu irei encher o saco dele (o ex-goleiro Bruno), tu sabe. Quero paz para cuidar do meu filho e estudar. Viver minha vida sem medo. Quero terminar logo os estudos para fazer facul...Espero que até lá eu já tenha resolvido as coisas com o pai do meu filho. Depende da Justiça", afirmou.

No entanto, os planos de Eliza foram cessados dias depois, quando ela teria sido atraída, juntamente com o filho recém-nascido para uma armadilha, convencida pelo goleiro, conforme as investigações. Após ser encontrada por ele em São Paulo, foi convidada a ir ao Rio de Janeiro, mas acabou sendo levada para a cidade de Contagem, Minas Gerais, onde ficou mantida em cárcere privado até ser morta.

O encontro e suas supostas intenções foram reveladas por Eliza ao mesmo amigo.

"O que ele disse?", questionou o amigo. "Que quer uma chance, que temos que viver em harmonia, que temos um filho", respondeu Eliza. "É o melhor a fazer mesmo", disse o amigo. "Que não merece por tudo o que ele me fez, mas que vai provar que pode ser diferente", continuou ela: "É f. Mentiu demais. Mas não adianta viver em pé de guerra. Mulher sempre perdoa mais fácil, né?", finalizou.

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