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Caetano Veloso parte para cima de Mario Frias, cobra indenização na Justiça e pede intervenção no Congresso; entenda

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Cantor e esposa Paula Lavigne acionam a Justiça após publicação polêmica nas redes sociais e pedem indenização de R$ 40 mil por danos morais  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / Valter Campanato / Agência Brasil
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 05/03/2026, às 09h11



Uma disputa envolvendo o cantor Caetano Veloso e o deputado federal Mario Frias ganhou novos capítulos na Justiça. O artista e sua esposa, a empresária Paula Lavigne, solicitaram que o parlamentar seja oficialmente notificado em seu gabinete no Congresso Nacional.

O pedido foi feito após tentativas anteriores de localizar o deputado não terem sucesso. A medida busca garantir que Frias receba formalmente a citação judicial e, assim, passe a correr o prazo para apresentação de sua defesa no processo.

O que motivou?

A ação judicial teve início depois que o deputado publicou uma mensagem nas redes sociais criticando o casal. Na ocasião, Frias afirmou que “uma conta imensa” aguardaria Caetano e Paula no inferno. O comentário foi feito em referência a um vídeo em que os dois aparecem entoando a expressão “sem anistia” durante uma apresentação.

A frase utilizada pelo cantor fazia menção à punição dos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes ocorridos durante os atos antidemocráticos em Ataques de 8 de janeiro de 2023.

Na publicação, o deputado ainda classificou os responsáveis pelos ataques como “psicopatas”. Incomodados com o conteúdo, Caetano e Paula entraram com uma ação por danos morais, solicitando uma indenização de R$ 40 mil.

Pouco tempo depois do processo ser protocolado, o casal conseguiu na Justiça uma decisão liminar determinando a retirada imediata da postagem das redes sociais.

Tentativa de citação

No fim de janeiro, os advogados do casal voltaram a pedir que a Justiça autorize a citação diretamente no gabinete de Mario Frias. Segundo eles, a tentativa anterior não aconteceu porque coincidiu com o período de recesso do Congresso.

Com o retorno das atividades legislativas, a defesa entende que agora é possível realizar novamente o procedimento.

Apesar de a ação tramitar há mais de um ano, o processo ainda aguarda avanços justamente por dificuldades relacionadas à localização formal do deputado para que a citação seja concluída.

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