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O cantor Rafael Polto, ex-integrante do grupo ‘Os Hawaianos’, afirmou ter sido alvo de ameaças de um ex-colega após deixar a banda e seguir carreira solo. Segundo o artista, o conflito começou logo depois do Carnaval, quando decidiu deixar a formação. As informações são da coluna Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.

“Após o Carnaval, decidi deixar o grupo, pois havia muitas coisas acontecendo com as quais eu não concordava. Estávamos sendo humilhados, era muito difícil trabalhar”, relatou.
O músico contou que, após a saída, passou a realizar shows com outros artistas. “Saí e disse que seguiria carreira solo. Então, Dioguinho, um ex-integrante, perguntou se eu queria trabalhar com ele e cantar em alguns eventos para ganhar um dinheiro. Avisei que deixei o grupo e fui”, disse.
De acordo com Poltin, foi nesse momento que começaram as mensagens de ameaça atribuídas ao ex-colega Gugu:
“Com isso, o Gugu me enviou uma mensagem dizendo que não queria que eu usasse o termo ex-Hawaiano, pois eu não fazia parte do grupo original. Disse que, se eu usasse, ele sabia onde eu morava e viria me buscar em casa”, afirmou.
O artista também comentou um episódio recente durante um show. “No domingo, fui fazer um evento. No final do show, cantei três músicas dos Hawaianos, mas antes expliquei que era uma homenagem porque passei pelo grupo. Um trecho foi parar nas redes sociais e o Gugu me enviou uma mensagem dizendo que eu cantei todo o repertório e que sofreria as consequências. Depois, ele falou mal de mim no Instagram”, contou.
Ainda segundo o cantor, pessoas próximas também teriam sido envolvidas. “Além disso, meu antigo DJ me mandou uma mensagem dizendo que a esposa do Gugu ia até minha casa, que eu estava procurando problema. Me senti muito ameaçado, mudei de casa porque não sou de lá”, revelou.
Medidas legais
Poltin afirmou que registrou um boletim de ocorrência e teme pela própria segurança e de familiares. “É o tempo todo essa ameaça, fiquei com medo. Registrei um boletim online devido às ameaças, que começaram há cerca de três semanas. Tenho uma esposa. Meus filhos vêm me visitar, então temi por minha segurança e pela deles. Preferi sair”, disse.
Apesar da situação, ele garante que pretende seguir com a carreira e não abrir mão da ligação com o grupo. “Não querem me deixar cantar as músicas e usar o termo ex-Hawaiano. Eles já fizeram a mesma coisa com outro ex-integrante. O mesmo problema. Mas vou cantar, sim. Cantava antes de entrar para o grupo, era fã. Procurei meus direitos e pretendo usar o ex-Hawaianos porque fez parte da minha vida”, afirmou.
Por fim, o artista revelou que deve buscar medidas legais. “Vou pedir uma medida protetiva, não o quero perto de mim. Estou muito receoso. Mas quero seguir com a minha carreira, minhas músicas”, concluiu.
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