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Cantora sertaneja desabafa sobre exclusão no feminejo: “É como se eu não existisse”

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Cantora diz ter se sentido deixada de lado por colegas e escritórios  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 04/09/2025, às 13h04



A cantora Paula Mattos abriu o coração durante sua participação no ‘Tem Base Podcast’, ao falar sobre sua trajetória no sertanejo, especialmente no período de ascensão do movimento feminejo, que trouxe mais visibilidade para mulheres no gênero.

“Eu fiz parte desse momento [do início do ‘feminejo’] e, para muitos artistas, inclusive mulheres, é como se eu não existisse. Lembro de uma matéria que tinha eu, Maiara, Maraisa e Marília na capa: as mulheres abrindo o movimento”, contou.

Apesar da mágoa pelo que considera exclusão, a cantora afirmou que hoje se sente em paz. “Eu fiquei chateada por um bom tempo, mas hoje estou em um momento maravilhoso, estou em um escritório incrível. [...] Mas teve essa questão, de resto foi tudo bom”, relatou.

Paula também comentou sobre os bastidores do sertanejo feminino, sem entrar em detalhes específicos sobre os conflitos. “Até hoje não sei de fato o motivo disso, mas infelizmente muitos artistas têm o ego muito grande, de não citar, não falar, não incluir. Tem muita coisa que aconteceu, nem posso relatar aqui, mas tem esse fato”, afirmou.

A artista ainda revelou dificuldades com alguns escritórios de música. Segundo ela, projetos foram prejudicados mesmo quando havia agenda disponível. “Tive problemas com alguns escritórios, de gravar projeto, entrar no escritório… Fizeram grandes trabalhos, mas entrei com agenda com 12, 14 datas e as datas foram caindo… Não sei se era porque tinha muito artista pra focar, insistir. Aí saímos [do escritório]”, concluiu.

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