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Cidade brasileira é o único lugar do mundo onde a lata da Coca-Cola é azul; saiba motivo

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Descubra como a Coca-Cola se transforma em azul, uma tradição única no Brasil.  |   Bnews - Divulgação Publicitários Criativos/Divulgação / Viagem em Pauta
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 18/05/2025, às 09h22



Só existe um lugar no mundo onde o rótulo vermelho inconfundível da Coca-Cola ganha outra cor - pelo menos uma vez ao ano, e fica no Brasil. As informações são do portal Terra.

O fenômeno ocorre durante o Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas. As latinhas da marca ganham uma edição limitada em azul. Isso por conta da famosa disputa entre dois grupos folclóricos, o Boi Caprichoso (azul) e o Boi Garantido (vermelho).

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Criado há 60 anos e famoso mundialmente, o evento ocorre principalmente no Bumbódromo e em palcos alternativos, onde acontecem apresentações de quadrilhas, grupos de dança e as disputas dos três bois mirins (Estrelinha, Tupy e Mineirinho), além das dos bois Caprichoso e Garantido.

Reconhecido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como Patrimônio Cultural do Brasil, o evento acontece em Parintins, entre os dias 27 e 29 de junho.

Muito além da Coca-Cola

Além da icônica latinha vermelha que vira azul, no início deste mês, outra marca aderiu a mudanças por causa do Festival Folclórico de Parantins. A edição deste ano terá outra terá as latas personalizadas da Brahma, desenhadas pelo artista parintinense Ronan Marinho. A marca repetirá a entrega do caminhão de cerveja para o boi campeão, percorrendo o trajeto do bumbódromo até o curral do boi vencedor.

"As latas de Brahma se tornam mais do que uma homenagem. É nossa forma de brindar com o público essa festa que transforma Parintins em pura magia", afirmou o diretor de Brahma, Felipe Cerchiari, em nota divulgada no site oficial do evento.

Como chegar

O porto de Parintins, a 370 km de Manaus (AM), aproximadamente, é a porta de entrada para o município, onde centenas de embarcações atracam, durante o festival.

Mas para evitar as viagens fluviais que podem durar até 18 horas, a partir da capital amazonense, a alternativa é o Aeroporto Municipal Júlio Belém, que conta com liberação para receber aeronaves de grande porte no aeródromo.

Assim como informou a organização do evento, via dados da direção do terminal aéreo, em 2024, mais de 20 mil passageiros e mais de mil aeronaves chegaram na cidade durante a festa.

Por vias aéreas, a viagem dura cerca de 1h, entre Manaus e Parintins (com voos de menos de 1 hora).

Pensando também na agremiação do Boi Garantido, num movimento contrário ao da Coca-Cola, até a companhia aérea Azul adotou mudanças para atuar na ilha.

Desde o último dia 15 de maio, e até o final de junho, a empresa adota uma nova cor e muda até a letra e o ritmo da canção de sua nova campanha. Entre 25 de junho e 1° de julho, a Azul programou 196 voos extras chegando e partindo da Ilha da Magia, como o destino é conhecido.

Quanto custa

O Bumbódromo está dividido em quatro setores: cadeiras (1 e 2) e arquibancada (central e especial), e os ingressos estão esgotados nas torcidas de ambos bois.

O passaporte para todas as três noites do festival custava de R$ 2.880 (Cadeira Tipo 2) a R$ 4.800 (Arquibancada Central). Já os ingressos avulsos saíam a partir de R$ 1.100 (por noite).

Classificação Indicativa: Livre

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