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Cristian Bell rebate influenciadora após questionamento sobre R$ 6 milhões do governo: “Só não vai achar do tráfico”

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Após questionamento sobre valores milionários, Cristian Bell se defende e ironiza a influenciadora Laylla Cedraz em resposta nas redes sociais  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais
Analu Teixeira

por Analu Teixeira

Publicado em 12/10/2026, às 18h20



Cristian Bell rebateu a influenciadora Laylla Cedraz após ela questionar, nas redes sociais, valores milionários que teriam sido pagos à empresa do empresário por órgãos públicos. Em resposta à publicação, o influenciador ironizou a situação e escreveu: “Só não vai achar do tráfico”.

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A discussão começou após Laylla compartilhar informações sobre pagamentos que, segundo ela, somariam quase R$6 milhões destinados à empresa ligada a Cristian. Ao comentar os dados, a influenciadora questionou a origem dos valores e a quem pertenceria o negócio.

“É mais sério do que eu pensava. Simplesmente essa empresa recebeu quase 6 milhões do governo, de quem é?”, escreveu Laylla na publicação.

Cristian respondeu diretamente à influenciadora e afirmou que os valores estão relacionados ao trabalho realizado com bandas e artistas. Na mensagem, ele citou contratações em diferentes estados brasileiros e mencionou apresentações de nomes como Mikael Santos e Theuzinho.

“Oi, Laila, não sei se você sabe, mas tenho bandas. E não foi só do governo da Bahia. Se pesquisar, tem do Governo de Sergipe, Alagoas, Amazonas com Theuzinho, até Pará tem. Só não vai achar do tráfico. Beijos, qualquer coisa vai avisando”, escreveu o empresário.

A resposta repercutiu nas redes sociais, especialmente pelo tom irônico usado por Cristian para rebater o questionamento.

Valores ligados a contratos de shows

As informações divulgadas nas redes sociais apontam pagamentos à empresa CBSD Serviços de Eventos e Locações Ltda., ligada ao influenciador. Segundo as publicações que repercutiram o caso, os registros estariam relacionados a contratações de shows e eventos realizados para órgãos públicos.

Cristian sustentou, em sua resposta, que os valores são resultado de serviços prestados e de contratos envolvendo artistas e bandas administrados por ele. A existência de pagamentos públicos, por si só, não comprova irregularidade, e o questionamento feito por Laylla não equivale à comprovação de qualquer ilegalidade.

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