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A jornalista Daniela Lima disse que a repercussão da sua demissão da GloboNews foi “muito mais violenta do que o processo da demissão em si”. Em entrevista ao podcast Desculpa Alguma Coisa, do Canal UOL, ela descreveu o dia da saída como um “choque”, cercado de rumores e fake news nas redes sociais.
“Foi um dia muito emocionalmente ativo, porque as fontes começaram a me ligar de todo lugar pra entender o que tinha acontecido. Foi uma porrada. A quantidade de coisas que escreveram, que viralizou, que foi explorado, me foi muito dolorido. Pra mim e pra minha família”, afirmou.
Daniela contou que essa foi a primeira vez que foi demitida na vida. Logo após anunciar o desligamento nas redes, as informações começaram a circular distorcidas: “Não tinha dado nem três minutos [da publicação do post] e alguém já tinha repercutido com um viés muito pesado.”
Ela desmentiu rumores de que a saída teria relação com uma pesquisa interna da GloboNews sobre a programação do canal. “Essa história da pesquisa é mentira. [...] Só falaram 'a gente vai fazer uma reformulação, de tempos em tempos a gente faz isso'.”
Além das especulações sobre seu desligamento, Daniela foi alvo de rumores de cargos públicos, após ser fotografada com o ministro da Secretaria de Comunicação: “Fizeram uma foto e já me colocaram como ministra da Secom, da EBC, candidata a deputada... Um surto. Era só uma conversa de jornalista com uma fonte.”
Apesar do turbilhão, Daniela também recebeu apoio de amigos e familiares. “Minha amiga Renata Agostini pegou um avião de Brasília, deixou o filho de dois anos e foi pra minha casa. A Natuza [Nery] foi também, chorou muito mais do que eu. A Júlia [Dualibi] foi, a Andrea [Sadi] mandou flores. Foi uma chuva de amor. Eu demorei a chorar. As pessoas chegavam emocionadas, e eu ainda estava meio anestesiada.”
A jornalista ainda relatou uma situação de ameaça durante uma viagem ao Uruguai. Enquanto almoçava em uma vinícola em Montevidéu, uma mulher se aproximou e disse: “Essa sua paz vai acabar”. Daniela reagiu confrontando a agressora: “Você devia ter vergonha. O que você fez é crime. Minha paz vai acabar por quê? Você vai fazer o quê?”
Para ela, o lado mais difícil da profissão é lidar com a exposição. “Ter a cara conhecida me custou muito. [...] Tenho muita dificuldade até hoje de lidar com isso, de chegar num lugar e as pessoas olharem, se cutucarem, falarem.”
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