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Demi Moore, de 62 anos, se pronunciou sobre a situação delicada de Bruce Willis, 70, durante participação no The Oprah Podcast, apresentado por Oprah Winfrey, nesta terça-feira (2). A atriz, que foi casada com o astro entre 1987 e 2000, falou sobre o impacto do diagnóstico de demência frontotemporal e destacou a importância da atual esposa dele, Emma Heming Willis, nesse processo. As informações são da revista Quem.
O ator se afastou da carreira em 2022, quando descobriu a afasia. No ano seguinte, Emma revelou que o quadro havia evoluído para demência frontotemporal. A modelo e empresária lançou recentemente o livro The Unexpected Journey: Finding Strength, Hope, and Yourself on the Caregiving Path (A Jornada Inesperada: Encontrando Força, Esperança e a Si Mesmo no Caminho do Cuidado), no qual relata a experiência de ser cuidadora e dá orientações para quem enfrenta situações semelhantes.
Ao falar sobre o assunto, Demi exaltou a dedicação de Emma:
“Não existe um manual para lidar com isso. Muita coisa caiu sobre Emma para conseguir organizar tudo. E o mais bonito, que ela aborda no livro, é reconhecer que os cuidadores precisam cuidar de si mesmos. Se não reservarem tempo para estar bem, não podem estar disponíveis para ninguém.”
A atriz também demonstrou empatia pela atual companheira de Bruce:
“Tenho muita compaixão por Emma, sendo uma mulher jovem. Ninguém poderia prever para onde isso iria. Ela fez um trabalho magistral lidando com a saúde de Bruce. Ela teve tanto medo quanto força e coragem para enfrentar tudo isso. Acho que este livro vai ajudar muitas pessoas que estão passando por situações parecidas.”
Mesmo após quase 25 anos de divórcio, Demi e Bruce seguem próximos. Eles são pais de três filhas: Rumer, 37 anos, Scout, 34, e Tallulah, 31.
Ao comentar sobre a transformação que o ex-marido enfrenta, Demi foi sincera:
“É difícil ver alguém tão vibrante e forte mudar dessa forma. Mas meu ponto de vista é: é importante encontrar a pessoa onde ela está, sem esperar que seja quem era ou quem você gostaria que fosse. Quando você faz isso, há uma doçura e algo terno e amoroso.”
Para ela, a chave é não se prender ao passado:
“Se você ficar revivendo o que foi perdido, só cria ansiedade e tristeza. Quando você permanece presente, ainda há muito dele ali. Talvez não seja verbal, mas é belo dentro das possibilidades.”
Emma, mãe de Mabel Ray, de 13 anos, e Evelyn Penn, de 11, agradeceu os elogios da atriz:
“Ela está certa, há beleza nisso. Por mais difícil que seja perder alguém que amamos, conseguimos perceber o que ainda existe.”
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