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Diretor da Grande Rio rebate crítica de Patrícia Ramos à Virginia: 'Esnobe'

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Diretor da Grande Rio detonou a apresentadora após críticas feista à escalação da influenciadora como rainha de bateria  |   Bnews - Divulgação Foto: Reprodução / redes sociais
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 21/06/2025, às 16h19



Após a influenciadora Patrícia Ramos criticar a escolha de Virginia Fonseca para substituir Paolla Oliveira como rainha de bateria Hugo Gross, diretor da Grande Rio, detonou a apresentadora pelos comentários afiados contra a escola de samba.

Em entrevista à coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, Hugo, que também é presidente do Sindicato dos Artistas, criticou as falas da apresentadora e negou que ela fosse uma atriz, como o anunciado na legenda do PodShape, comandado por Juju Salimeni e o noivo, Diogo Basaglia.

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"Como diretor da Grande Rio, onde estou há muitos anos, digo que ela está muito mal-informada. A escola não cobra fantasias de ninguém, nem dos menos favorecidos. Ela dá a fantasia", declarou.

Patrícia afirmou que o Carnaval estava ligado a religiões de matriz africana, e não considerava certo evangélicos desfilarem. No entanto, Gross negou que a festividade fosse sobre religião. "É uma tônica da Grande Rio, onde todas as pessoas, de qualquer nível de classe social ou etnia, são extremamente bem respeitadas. Inclusive, pessoas grandes e esnobes como essa senhora", alfinetou.

Hugo Gross não concordou com a atitude de Patrícia. "Ela querer dizer que Carnaval é uma religião, é o absurdo do absurdo. É por isso que as pessoas têm seguidores, porque falam o que querem. Ela disse que é uma religião porque fala de orixá. Ora, eu sou adepto do Candomblé e Carnaval é outra linha. Quer dizer que se eu for falar dos muçulmanos, eu vou ser muçulmano? Não tem coerência o que ela está dizendo", relatou.

"A Grande Rio é uma escola de ponta que cresceu e tem o direito normal e legal de escolher quem ela quiser pra ser madrinha de bateria, inclusive fomos a primeira escola a colocar um ‘padrinho’ de bateria, o Zé Reinaldo e depois foi o David Brazil. A Grande Rio tem excelentes profissionais, gabaritados, e sabe muito bem que ela escolhe. Ela tá dizendo que está no ar-condicionado da casa dela, tô achando que ela tá querendo que alguém a peça pra desfilar numa escola de samba", debochou.

O diretor ainda reclamou da tendência das pessoas tentarem "surfar" nas polêmicas alheias. "Infelizmente, as pessoas têm que detonar alguma coisa pra enaltecer. Diz que a internet gosta disso. E é muito feio da parte dessa senhora, Patrícia Ramos, querer manchar uma escola de samba de tradição, que abraça todas as pessoas que lá chegam. Cada um tem o que merece, brilho, estrela. Vamos respeitar o Carnaval carioca e a religião, independentemente de qual seja sua filosofia", relatou.

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