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Do Bruxo ao banco dos réus: relembre a condenação judicial de Ronaldinho Gaúcho

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Do Bruxo ao banco dos réus, Ronaldinho Gaúcho enfrentou uma longa disputa judicial após um alagamento em um imóvel e acabou condenado a indenizar vizinhos.  |   Bnews - Divulgação Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Alan Robert

por Alan Robert

Publicado em 17/07/2026, às 19h22



Conhecido mundialmente pelos dribles, passes geniais e pelo estilo irreverente dentro de campo, Ronaldinho Gaúcho também protagonizou histórias fora das quadras que chamaram atenção. Uma delas terminou nos tribunais e resultou em uma condenação judicial envolvendo um imóvel do ex-jogador no Rio Grande do Sul.

O caso teve início após um alagamento ocorrido em janeiro de 2011, na residência de um casal de vizinhos. Segundo os autores da ação, a construção do imóvel de Ronaldinho teria alterado o escoamento da água e contribuído para a inundação, causando prejuízos materiais.

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Ronaldinho

O processo foi aberto em 2015, e o casal apresentou fotos dos danos provocados pelo alagamento, além de pedir indenizações por danos materiais e morais. Na primeira instância, Ronaldinho não apresentou defesa dentro do prazo e teve a revelia decretada pela Justiça.

Anos depois, a Justiça do Rio Grande do Sul determinou que Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, pagassem uma indenização aos vizinhos. A decisão estabeleceu valores por danos materiais, danos morais e ressarcimento de despesas do processo.

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O valor inicial da condenação ultrapassava R$ 65 mil, sem contar as correções aplicadas posteriormente. A defesa do ex-jogador chegou a recorrer alegando que ele não seria mais o proprietário do imóvel, mas a decisão foi mantida pelo Tribunal de Justiça.

ronaldinho

Segundo a Justiça, o fato de Ronaldinho ter sido o responsável pela construção do imóvel e ter relação com a propriedade à época do ocorrido foi suficiente para mantê-lo como parte do processo.

O caso chegou ao fim em julho, quando a decisão se tornou definitiva. Os autores, então, entraram com um pedido para iniciar o cumprimento da sentença e cobrar os valores determinados pela Justiça.

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