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Entenda a Síndrome do Piriforme, condição rara que afeta Adriane Galisteu

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Apresentadora foi diagnosticada com condição rara que causa fortes dores  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 11/10/2025, às 14h14



Após ser internada com fortes dores no quadril, Adriane Galisteu revelou ter sido diagnosticada com Síndrome do Piriforme, uma condição que afeta o músculo localizado na região glútea e pode pressionar o nervo ciático. O problema, que costuma causar dores incapacitantes, é mais comum do que se imagina, especialmente entre quem pratica atividades físicas de alto impacto.

Segundo especialistas, o músculo piriforme atua na estabilização do quadril e nos movimentos das pernas. Quando sofre inflamação, aumento de volume ou lesão, pode acabar comprimindo o nervo ciático, o que explica as dores profundas e a sensação de queimação relatadas por Galisteu.

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A apresentadora contou nas redes sociais que o incômodo começou após fazer um agachamento errado durante o treino. “Descobrimos o que eu tenho, já é um bom caminho. É um músculo que fica profundo no quadril, ao lado do ciático”, explicou.

Além da dor física, Adriane também relatou o impacto emocional da pausa forçada nos exercícios:

“Fico desesperada que não consigo correr, me dá uma tristeza. A corrida me faz um bem, não só para o corpo, mas para a minha cabeça. Fico mais ansiosa, fico angustiada”, declarou.

Sintomas e causas da Síndrome do Piriforme

Os sintomas mais comuns incluem dor profunda nos glúteos, sensação de peso nas pernas, formigamento e até perda de força. Em muitos casos, o desconforto piora ao ficar sentado por muito tempo ou após atividades físicas intensas.

As causas mais frequentes da síndrome do piriforme envolvem traumas no quadril, hipertrofia muscular, má postura e anomalias anatômicas.

Tratamento e recuperação

O diagnóstico deve ser feito por um médico, com auxílio de exames clínicos e de imagem. Casos leves costumam responder bem a repouso, analgésicos e fisioterapia. Em situações mais graves, podem ser indicadas infiltrações com corticoides ou, raramente, cirurgia.

A recuperação varia de 4 a 6 semanas, podendo chegar a 90 dias, dependendo da gravidade. O segredo está em respeitar o tempo do corpo, algo que Galisteu parece estar disposta a fazer ao interromper temporariamente os treinos para cuidar da saúde.

Classificação Indicativa: Livre

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