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Michael Jackson estava emocionalmente esgotado, endividado e lidando com uma insônia severa nos meses que antecederam sua morte. A revelação foi feita por John Mason, ex-advogado e amigo próximo do cantor, no livro Crazy Lucky: Remarkable Stories from Inside the World of Celebrity Icons, ainda sem previsão de lançamento no Brasil. As informações são do portal Leo Dias.
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Nesta quarta-feira (25), completam-se 16 anos desde a morte do artista, que sofreu uma parada cardíaca após uma overdose de propofol, um anestésico hospitalar que vinha sendo administrado fora do ambiente médico.
Segundo Mason, Michael estava obcecado pela turnê que marcaria seu retorno aos palcos e ao mesmo tempo desesperado para não perder o que ainda lhe restava. “Ele me disse: ‘Não consigo funcionar se não dormir. Eles vão ter que cancelar [os shows]. E eu não quero que cancelem’”, relatou o advogado.
Em uma das ligações que recebeu antes da morte do cantor, John soube da gravidade da situação. “Alguém me disse que o Michael estava em um estado realmente precário. Ele estava tentando fazer uma nova turnê, mas tinha desmaiado no palco durante os ensaios. Mesmo assim, voltou no dia seguinte. Michael era Michael”, lembrou.
As declarações fazem parte de uma série de relatos que detalham o declínio emocional e físico do Rei do Pop, que estaria enfrentando “paranoia, ansiedade e atitudes obsessivas”, segundo o autor.
À época, o cantor tentava salvar o Rancho Neverland, que havia se tornado um peso financeiro. Para isso, ele recorreu ao médico Conrad Murray — mais tarde condenado por homicídio culposo — para que aplicasse o propofol como forma de tratar sua insônia crônica. Pessoas próximas teriam notado mudanças em seu comportamento nos últimos meses.
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