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Ex-ator da Globo defende Cauã Reymond e critica emissora: 'Ser homem virou crime'

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O ex-ator expressa preocupação com a transformação de qualidades masculinas em defeitos, defendendo uma masculinidade forte e clara.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Instagram
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 26/04/2025, às 10h23



O ex-ator da Globo e deputado federal Mario Frias (PL-SP),saiu em defesa de Cauã Reymond em seu perfil no X. O galã está envolvido em polêmicas nos bastidores do remake de "Vale Tudo". Frias alegou que o intérprete de César Ribeiro na novela da Globo vem sendo perseguido por "uma cruzada ideológica contra a masculinidade no Brasil". As informações são do portal Folha de São Paulo.

O bolsonarista chamou Cauã de "defensor de valores sólidos" e afirma que o ator teve seu nome "arrastado por manchetes e linchamentos digitais" por expressar comportamentos que o parlamentar define como "firmes e masculinos". "O que está em curso não é justiça, mas um cancelamento sistemático de homens que demonstram força, liderança e clareza. Querem transformar essas qualidades em defeitos. A nova moralidade exige um homem passivo, silencioso, quase envergonhado de existir", escreveu.

Mario Frias, foi protagonista da novela "Malhação" no fim dos anos 1990. Ele criticou a emissora. "A Globo, em vez de proteger sua equipe contra campanhas de difamação e espetáculos ideológicos, se acovarda e age como braço auxiliar de um novo código moral, onde ser homem já é, por si só, um crime."

Não satisfeito com toda polêmica, o deputado também relembrou o episódio envolvendo o ator José Mayer, que enfrentou acusações de assédio em 2017. Para ele, o ex-colega de profissão teria sido vítima de uma "encenação cuidadosamente montada para atender à narrativa do feminismo radical" e lamentou: "Anos se passaram, a verdade veio à tona, mas sua carreira nunca mais se reergueu".

 Frias finalizou apontou o que considera ser a motivação por trás da polêmica com Cauã Reymond: "A missão é clara: desfigurar a identidade do homem até que ele se torne irrelevante — e, com ele, a família, a autoridade paterna e os valores que sustentam a sociedade. A nova moralidade exige um homem passivo, silencioso, quase envergonhado de existir."

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