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Ex-mulher de Allan Souza o acusa de violência doméstica e pede medida protetiva; jogador se pronuncia

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Influenciadora relata invasão de casa e retirada dos filhos com jogador sem autorização.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes sociais
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 24/01/2025, às 07h53



A polêmica separação entre o jogador Allan Souza, do Flamengo, e sua ex-mulher, a influenciadora Jordana Holleben, ganhou um novo capítulo. Após um episódio de briga entre os dois, Jordana decidiu pedir uma medida protetiva contra o atleta. Segundo o jornal Extra, ela compareceu a uma Delegacia da Mulher, na Zona Oeste do Rio, para formalizar um novo boletim de ocorrência e impedir a aproximação do ex-marido.

De acordo com o relato da influenciadora, Allan teria invadido sua casa, que fica em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, a empurrado e levado os filhos do ex-casal, de 6 e 2 anos, sem sua autorização. A briga aconteceu na quinta-feira (23), e a Polícia Militar foi acionada.

No boletim de ocorrência registrado por PMs do 31º BPM, Jordana afirmou que Allan Souza “entrou na residência, a empurrou e retirou as crianças, sem combinar com ela previamente, e as levou com ele”. O jogador foi abordado pela polícia ainda nas proximidades da casa e justificou que pegou os filhos “apenas para tomarem sorvete no interior do condomínio”. Como as crianças estavam muito abaladas, os policiais decidiram não levá-lo para a delegacia.

Allan se defende

Por meio de sua assessoria, Allan Souza negou as acusações e alegou que não houve invasão da residência, pois o imóvel estaria em seu nome. “A nota publicada diz que, de acordo com a denúncia realizada pela ex-esposa, houve invasão da casa/domicílio em que ela está residindo com os filhos do casal.

A informação não é procedente, a partir do momento que o imóvel é de propriedade do atleta. Ou seja, por direito adquirido, possui acesso, sem qualquer proibição, à mesma”, declarou em nota enviada a colunista Fabia Oliveira.

O jogador também negou ter cometido violência física contra Jordana. “Além disso, a nota cita violência física contra a ex-esposa na denúncia realizada. Não houve qualquer situação relacionada à questão, inclusive com provas de vídeo, caso sejam necessárias. Por algumas tentativas, o atleta solicitou à ex-esposa visitar os filhos e as mesmas não foram respondidas. Motivo pelo qual, ele foi até seu imóvel para visitar as crianças, único motivo da presença no local”.

Divórcio polêmico

Separados desde novembro do ano passado, Allan e Jordana enfrentam um processo de divórcio que caminha para ser litigioso. Enquanto isso, segundo fontes do Extra, o jogador teria endurecido a relação financeira com a ex-mulher, atrasando pagamentos referentes às despesas dos filhos.

A matrícula do filho mais velho e o material escolar ainda não foram quitados, assim como mensalidades de uma escola de natação. Allan, que tem um salário estimado em R$ 1 milhão por mês no Flamengo, também teria demitido funcionários da casa onde Jordana vive com os filhos e reduzido a pensão paga a ela.

Jordana Holleben, ex-mulher de Allan Souza do Flamengo, compartilhou que está reorganizando suas finanças após ter funcionários demitidos — Foto: Reprodução/Instagram
Jordana Holleben, ex-mulher de Allan Souza do Flamengo, compartilhou que está reorganizando suas finanças após ter funcionários demitidos — Foto: Reprodução/Instagram

Nas redes sociais, Jordana comentou a situação e afirmou que o problema vai além de questões financeiras. “Se o problema fosse apenas sobre funcionários, eu estaria tranquila. Sei muito bem cozinhar, passar, lavar e limpar, porque fiz isso por muitos anos, especialmente quando não tínhamos condições de ter funcionários”, disse.

“Há 10 anos, quando conheci ele, — ainda adolescentes —, vivíamos outra realidade. Ele ganhava um pouco mais que um salário mínimo e ainda nem era profissional”, desabafou Jordana.
“Nossas divergências têm raízes mais profundas, o buraco é muito mais fundo do que pensam ou imaginam e existem questões extremamente delicadas que seguem protegidas por segredo de justiça”, completou.

O caso segue sob investigação.

Classificação Indicativa: Livre

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