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Faliram após auge do Pânico?! Ex-Panicats confessam deslumbramento e falta de preparo com dinheiro

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As ex-panicats detalharam as condições financeiras durante o programa O Povo Quer Saber, de Chico Barney  |   Bnews - Divulgação Reprodução / RedeTV!
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 13/05/2026, às 13h06



As ex-panicats Lizi Benites e Carol Narizinho revelaram que a realidade financeira delas ficou instável depois dos trabalhos no programa Pânico na TV, por volta de 2010. 


Durante entrevista ao programa O Povo Quer Saber, apresentado por Chico Barney no Canal UOL, elas deram detalhes de como o deslumbramento com a fama e a falta de educação financeira as levaram à falência, cenário que só melhorou após um amadurecimento. 


Lizi, que era conhecida como ‘Piu Piu’, contou que a necessidade de ostentar status, que foi impulsionada por um passado difícil, foi o ápice para a crise. “Como eu também tive uma vida de escassez, eu falei: 'Não, preciso ter um carrão, preciso chegar na frente da balada de caminhonete, preciso mostrar que eu sou a pessoa famosa'”, disse. 


A famosa disse que viveu um "momento de falência muito grande". Ela recebeu ordem de despejo de onde morava e se viu sem dinheiro até para fazer as unhas. 


O pesadelo de Narizinho foi bem parecido com o da colega. Depois de altos faturamentos, incluindo cachê de R$ 200 mil por seu ensaio na revista Playboy, ela se deparou com o bolso vazio. “Comprei uma BMW importada, novinha (...). Fiz alguns investimentos, mas que deram errado.”, contou. 


"A gente gastou muito dinheiro e aí eu quebrei. Perdi tudo", revelou ao relembrar de viagens e aluguel caro. 


Depois de conseguir se reerguer após a participação em A Fazenda, ela tem vivido com cautela. “Hoje eu tenho muito mais consciência investindo em imóveis, em coisas que vão me dar uma renda passiva", garantiu.


Já Aline Mineiro teve uma realidade completamente diferente. Isso porque, por medo de reviver a pobreza da infância, ela começou a investir aos 15 anos e se brindou contra a ostentação. 


Enquanto via as amigas esbanjando carros luxuosos e acessórios de grife, ela andava de metrô e guardava quase o valor integral que recebia, valos que chegavam a render R$200 mil em um único mês com contratos de publicidade e presenças VIPs. 


"Se o mundo acabar, eu tenho uma renda passiva que cobre todos os meus gastos mensais", celebrou Aline sobre ter se esforçado a focar no futuro.

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