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Uma família diferente vem chamando atenção nas redes sociais e já soma mais de 400 mil seguidores. O perfil Trisal Rochas mostra o dia a dia de um relacionamento fora do padrão, formado pelo motoboy Ivan Rocha, de 36 anos, e suas seis parceiras, que vivem todos juntos na mesma casa.
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A relação funciona em formato de “V”. Ivan se envolve com cada uma das mulheres separadamente, enquanto elas não se relacionam entre si. Ele é casado oficialmente com Laís Rocha, de 27 anos, e mantém relacionamento com Ana Carolina, 20, Natália Ferrari, 30, Maria Eduarda Silva, 20, Amanda, 19, e Isabela, 19.
A família vive um momento especial. Laís está grávida de sete meses e Maria Eduarda está no quarto mês de gestação. Os bebês já têm nome: José Estevão e Alice Sofia.
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Ivan e Laís estão juntos há dez anos e são casados há cinco. Antes dessa formação atual, eles já tinham vivido um trisal. Segundo ele, a ideia de ampliar a relação partiu da própria esposa. "Ela chegou para mim com a ideia de estarmos em um relacionamento poliafetivo. Não apenas com a visão de diversão, sexo e mundo liberal, mas com um propósito. Ela dizia: ‘Da mesma forma que fez bem para mim, pode fazer para outras meninas'", contou Ivan à GQ Brasil.
A entrada das outras parceiras aconteceu aos poucos. Ana foi a primeira e está com a família há três anos. "Passamos por dois anos de erros. A Ana chegou querendo ser esposa, não uma namorada escondida, e queria ter filhos comigo", explica.
Natália conheceu o grupo por um aplicativo de relacionamento, quando eles ainda tinham um perfil de trisal. Já Maria Eduarda, Amanda e Isabela chegaram depois que a família começou a crescer nas redes sociais. "A gente começou a crescer no Instagram, algumas meninas mandavam mensagem, e a Laís selecionava algumas para ver quem se encaixaria na família", diz.
Mesmo com toda a exposição, Ivan afirma que existem regras bem claras dentro de casa. Não mentir e não quebrar a confiança são pontos principais. Também não é permitido que as parceiras se envolvam com outros homens, e até mensagens com teor de flerte são consideradas traição.
"Das minhas seis parceiras, três trabalham com conteúdo adulto. Se a mensagem é trocada dentro da plataforma, não é considerado traição", explica.
A rotina também chama atenção. Ivan conta que não existe uma escala fixa para dormir com as parceiras. "Escolho com quem vou dormir no dia. Às vezes uma está mais sensível e precisa de mais atenção. Mas eu tenho controle para saber com quem estou dormindo mais e com quem estou dormindo menos", afirma.
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Além das seis mulheres, a filha de Ivan, de 13 anos, também mora com a família há cerca de um mês. Segundo ele, a convivência é tranquila. "Minha filha sempre teve a cabeça aberta. Ela é super de boa e se dá bem com todas. Quando chega uma menina nova, ela cria certa rejeição, é a mais ciumenta da casa. Mas, com o tempo, passa", diz.
E os planos não param. Depois do nascimento dos bebês, a ideia é que outras integrantes também engravidem. "Todas elas querem ter pelo menos um filho", conta.
Apesar da curiosidade que o caso desperta, Ivan faz questão de dizer que não é algo simples. "As pessoas acham que é só sexo, e não é isso. Exige muita conexão e diálogo. Não é brincar de casinha, você está lidando com pessoas. Não é um conto de fadas. Meu principal conselho é: não adianta querer convencer sua esposa, a vontade precisa partir dela".
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