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“Gostoso da Paulista” é acusado por empresas de fraude e obtenção ilegal de dados

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“Gostoso da Paulista” é acusado por empresas de fraude e obtenção ilegal de dados; Israel dos Santos foi acusado por empresas onde trabalhou  |   Bnews - Divulgação Reprodução / X
Alan Robert

por Alan Robert

Publicado em 13/10/2026, às 18h49 - Atualizado às 19h06



Israel Augusto Gomes dos Santos, conhecido nas redes sociais como “gostoso da Paulista”, foi alvo de acusações feitas por empresas onde trabalhou. O homem ganhou repercussão após aparecer sem camisa em uma manifestação de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em São Paulo. Segundo informações divulgadas pelo Portal LeoDias, ele foi citado em dois boletins de ocorrência envolvendo suspeitas de fraude e obtenção irregular de dados empresariais.

Uma das acusações foi registrada pela Brasforma Indústria e Comércio Ltda., onde Israel trabalhou até setembro de 2024. De acordo com a reportagem, ele teria incluído indevidamente horas extras de outro funcionário em uma planilha utilizada pela empresa para informações relacionadas ao INSS. O caso foi registrado no 18º Distrito Policial do Alto da Mooca, em São Paulo. Não há confirmação de que a denúncia tenha resultado em um processo criminal.

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 “Gostoso da Paulista” é acusado por empresas de fraude e obtenção ilegal de dados
“Gostoso da Paulista” é acusado por empresas de fraude e obtenção ilegal de dados. Foto: Reprodução/X


Em 2025, Israel também foi acusado pela Alpha Soluções Médicas de transferir documentos sigilosos da empresa para um e-mail pessoal sem autorização. O caso foi registrado em boletim de ocorrência e levado à Justiça. Segundo o Portal LeoDias, uma decisão judicial determinou que ele devolvesse os dados e excluísse eventuais cópias, sob pena de multa de R$ 50 mil. Israel recorreu, e o processo aguarda análise em segunda instância.

DISPUTA TRABALHISTA

Além das acusações, Israel entrou com uma ação trabalhista contra a Brasforma, solicitando indenizações relacionadas a horas extras, intervalos de descanso, adicional de insalubridade, equiparação salarial, desvio de função e descontos na rescisão contratual.

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Os pedidos foram rejeitados em primeira instância. Israel recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, que manteve a decisão.

Procurado pelo Portal LeoDias, Israel não respondeu até a publicação da reportagem. 

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