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Influenciadora descobre câncer raro ligado a silicone após notar aumento incomum na mama; saiba detalhes

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Comediante achou que prótese de silicone havia rompido, mas recebeu diagnóstico de linfoma raro  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 05/02/2026, às 09h28



O crescimento inesperado de uma das mamas levou a influenciadora e comediante Evelin Camargo a buscar atendimento médico no final do ano passado. A suspeita inicial era de uma possível ruptura do implante de silicone, mas os exames revelaram um diagnóstico mais grave, um tipo raro de câncer associado à prótese mamária.

Após a realização de exames de imagem, os médicos constataram que o implante estava intacto. No entanto, a presença de líquido ao redor da prótese chamou a atenção da equipe, já que esse tipo de alteração não é comum anos após a aplicação.

Diante do achado, Evelin passou por um procedimento de punção para a retirada do líquido, que foi encaminhado para análise laboratorial. O resultado confirmou um linfoma anaplásico de grandes células associado a implantes mamários, conhecido pela sigla BIA-ALCL.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a influenciadora explicou que o linfoma estava localizado na cápsula que envolve a prótese e que, como tratamento, os médicos indicaram a retirada do silicone. Ela afirmou ainda que decidiu tornar o diagnóstico público como forma de alerta. “Não é para causar medo, mas para que outras mulheres fiquem atentas aos sinais”, pontuou.

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O que é o BIA-ALCL?

Apesar de se manifestar na região da mama, o BIA-ALCL não é classificado como câncer de mama. Trata-se de um linfoma, um tipo de câncer que se desenvolve nas células do sistema linfático.

Considerada uma doença rara, estudos científicos apontam uma incidência média de um caso a cada 30 mil mulheres com implantes mamários. Esse número pode variar conforme o país, o tipo de prótese e o tempo de uso.

Na maioria dos casos, o intervalo entre a colocação do implante e o diagnóstico é longo, geralmente entre sete e dez anos após a cirurgia, embora o linfoma possa surgir antes ou depois desse período.

Classificação Indicativa: Livre

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